Link Estadão - Cultura Digital http://blogs.estadao.com.br/link Link Estadão - Cultura Digital Mon, 10 Aug 2015 00:00:59 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.4.2 De veganos a evangélicos, nichos aquecem mercado de apps de paquera http://blogs.estadao.com.br/link/nichos-mercado-apps-paquera/ http://blogs.estadao.com.br/link/nichos-mercado-apps-paquera/#comments Mon, 10 Aug 2015 00:00:59 +0000 Matheus Mans http://blogs.estadao.com.br/link/?p=136040 Mercado do namoro online continua quente dois anos após a ascensão do Tinder; massificação do uso da plataforma abriu espaço para o surgimento de novos apps segmentados que promovem a aproximação de pessoas semelhantes

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REPRODUÇÃO
Interface do site Divino Amor, que é dirigido ao público evangélico

Há cerca de dois anos uma nova febre chegou ao mercado de aplicativos: os apps de paquera. Puxado pela plataforma norte-americana Tinder, esse fenômeno caiu no gosto dos solteiros. Em pouco tempo, os brasileiros já estavam entre os três públicos mais ativos e hoje, 5% da população do País utiliza o Tinder. Mas a alta adesão também trouxe problemas. Em um mercado enorme e com um público extremamente heterogêneo, encontrar alguém com as mesmas características, desejos, personalidades ou, talvez, religião ficou cada vez mais complicado.

O mercado, então, começou a se adaptar. Ao invés de um serviço único para todos, sites e apps de nichos se popularizaram. Hoje, encontram-se opções para todos públicos: de cachorros a evangélicos, de veganos a pessoas acima de 50 anos.

O Grupo Match – empresa de sites e aplicativos de relacionamento que detém marcas como OkCupid, ParPerfeito e Tinder – percebeu que alguns serviços começaram naturalmente a reunir pessoas com interesses e públicos específicos e decidiu investir nisso. Lançou soluções como o Divino Amor e o G Encontros, para evangélicos e a comunidade LGBT, respectivamente.

“Com exceção do Tinder, todos nossos serviços acabaram entrando no mercado de nicho. Foi um movimento natural. Pessoas queriam serviços com usuários parecidos e aí acabaram se organizando eles mesmos, sem nossa interferência”, comenta Gaël Deheneffe, presidente do Match.com para a América Latina, em entrevista ao Estado.

O OkCupid, por exemplo, abarca pessoas mais escolarizadas. O ParPerfeito, por outro lado, tem o maior número de interessados em um relacionamento sério. Tudo isso sem interferência ou influência alguma.
A empresa, vendo esse movimento natural, se animou. Em 2016, irá entrar ainda mais forte no mercado de nicho. “Pretendemos lançar serviços para vários públicos ano que vem”, revela Deheneffe. “É muito fácil entrar e, se não der certo, sair desse mercado. Além disso, vendo os resultados do Divino Amor, é muito animador (fazer esse investimento).”
O Divino Amor representa um dos principais produtos do Match atualmente. Lançado em 2009, o site tem dois milhões de usuários e mais de 40 mil novos perfis criados todo mês. Para tudo isso dar certo foi preciso apenas entender o que os evangélicos buscavam. “Nós já tínhamos toda a estrutura pronta. Só precisávamos adaptar o serviço, retirando a opção de beber e fumar ao preencher o perfil, por exemplo”, diz Gaël. O app também não apresenta baladas nas opções de passeio e permite ao usuário escolher a denominação religiosa, dentre 30 opções disponíveis.

Além disso, os desenvolvedores tiveram a consultoria do pastor Antônio Júnior, que ainda responde dúvidas de usuários e publica textos sobre relacionamento na rede. “Muitas vezes a igreja tem apenas 100, 150 membros. E lá não vai ter a pessoa que você está procurando”, comenta o pastor. “Então o aplicativo ajuda a achar a pessoa certa, que professa da mesma fé.”

SEGMENTAÇÃO

O Kickoff – que já conta com 300 mil usuários no Brasil – é outro app que mira um público específico. Mostrando apenas amigos de amigos, o serviço pretende dar confiança ao usuário e, principalmente, oferecer oportunidades para quem quer um relacionamento sério. “O Kickoff é posicionado para quem quer se conhecer no mundo real”, comenta Pedro Guerra, sócio da empresa.

A abordagem atraiu usuários. A analista de mídias sociais Suzana Aguiar instalou o Kickoff após ler na internet sobre o posicionamento do app. “Nunca tinha usado esse tipo de app, mas quando vi que o intuito era diferente resolvi baixar. Pelas fotos e características das pessoas que eu vi, a maioria parecia de família, trabalhador”, diz ela, que já planeja para o ano que vem um casamento com o publicitário Luís Carlos Almeida, que ela conheceu pelo Kickoff.

MARCOS MULLER

Nem a distância – ele mora em São Paulo, ela em Vitória – atrapalhou o namoro. “Eu nunca gostei de sair com uma pessoa por sair. Baixei o Tinder, mas vi muita pornografia. Aí uma amiga falou desse app que era para relacionamento mais sério”, diz ele. “Quando encontrei com a Suzana o papo batia, vi que ela tinha os mesmos objetivos. Começamos a namorar”, diz.

Já o Happn – que possui 500 mil usuários no Brasil e registrou um aumento de 50% em cadastrados no último mês – aposta na atração entre os que estão próximos. O app usa a geolocalização para mostrar o perfil de todas as pessoas que passaram por você ao longo do caminho e permitir que o usuário se conecte com elas pela plataforma. “Acreditamos que aplicativos focados em serviços de relacionamentos para veganos ou para donos de cachorros, por exemplo, são muito restritivos”, diz Marie Cosnard, diretora de relações públicas do Happn. “A geolocalização é importante, porque é útil estar próximo de uma pessoa para realmente conhecê-la”, diz.

O ParPerfeito é uma das mais antigas ferramentas de relacionamento atuantes no Brasil. Chegou por aqui em 2000, tem mais de 450 mil novos usuários por mês só no Brasil e mais de 50 milhões de cadastros feitos. Representa, surpreendentemente, 80% da receita do Grupo Match. “Enquanto o Tinder é a entrada, o ParPerfeito é o prato principal”, diz Deheneffe.

FUTURO

Para as pessoas ligadas ao mercado de aplicativos de relacionamento, é certo que o futuro será dos serviços de nicho. “Nós estamos indo para o oposto extremo do Tinder”, comenta Guerra, do Kickoff. “Daqui pra frente o mercado tende a se especializar”, diz. Isso não significa, porém, o fim do app norte-americano, mas uma diversificação no mercado. “Acho que no final só cinco ou dez apps vão sobrar”, opina.

MARCOS MULLER

Marie, do Happn, diz que antes disso acontecer, há muitas oportunidades para inovação. “Ainda há espaço para novos participantes, já que a maioria das empresas de relacionamento é baseada em modelos antigos que não correspondem à realidade de como as pessoas esperam encontrar seus parceiros”, diz.

A visão é compartilhada porDeheneffe. “O Tinder é apenas a entrada”, diz. “Com certeza, muitos apps de nicho vão surgir nos próximos anos. Afinal, as pessoas querem encontrar usuários com o mesmo perfil.” / COLABOROU LIGIA AGUILHAR

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Proposta de apps de relacionamento é parecida, mas recursos fazem a diferença http://blogs.estadao.com.br/link/proposta-de-apps-de-relacionamento-e-parecida-mas-recursos-fazem-a-diferenca/ http://blogs.estadao.com.br/link/proposta-de-apps-de-relacionamento-e-parecida-mas-recursos-fazem-a-diferenca/#comments Mon, 10 Aug 2015 00:00:44 +0000 Redação Link http://blogs.estadao.com.br/link/?p=136051 Happn, OkCupid e Kickoff são os apps que se apresentam como substitutos do Tinder, mas será que todos são bons?

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DIVULGAÇÃO

por Marina Teixeira, repórter do ‘Estado’

A tecnologia definitivamente chegou para ajudar os solteiros. Uma imensidão de apps como Tinder, Kickoff, Happn e Ok Cupid prometem ser um caminho para conhecer o amor da sua vida, encontrar companhia para jantar ou convites diretos para sexo casual. Como a troca de mensagens só ocorre depois que há interesse mútuo, os apps minimizaram a rejeição no amor. As propostas são parecidas, mas diferenças técnicas entre um e outro podem facilitar ou dificultar a busca pelo seu par.

O Tinder tem mais usuários e lá há de tudo: sarados, intelectuais, novos solteiros ou casados querendo pular a cerca. Se, de um lado, há mais opções, de outro, encontrar alguém que é o seu tipo ficou mais difícil. Gasta-se mais tempo apertando o “X” do que o “like”. Isso se torna cansativo. Ainda assim, o Tinder é um dos melhores apps de paquera, pois quase todos os solteiros estão lá. Com paciência para filtrar, é possível conhecer pessoas legais.

Recentemente, alguns usuários reclamaram que o Tinder “orkutizou”, em referência a uma popularização do público, e saíram do app. Na prática, o Tinder deixa evidente um preconceito que existe nos relacionamentos. No bate-papo, as primeiras perguntas são “onde você mora” e “o que você faz”. Ninguém admite, mas muitos não querem namorar alguém mais pobre ou com menos escolaridade. O Tinder às vezes une pessoas diferentes e elas não gostam.

O Kickoff nasceu com a proposta de trazer um namoro, mas não me parece que o conceito pegou. O app atraiu muitas pessoas que cansaram do Tinder. De fato, há menos pornografia, mas o comportamento dos usuários é parecido. Na prática, o Kickoff minimizou o conflito de classes sociais nos apps de paquera, mostrando apenas amigos de amigos. Há muitas opções de pessoas da sua faculdade ou profissão. Isso é bom se a sua meta for encontrar alguém parecido com você. Mas ele limita a busca ao seu círculo social. Outro contra é que o app chegou com muitos defeitos técnicos – não abria, mostrava por dias as mesmas pessoas. Na semana passada, enviaram um e-mail aos usuários dizendo que as falhas foram corrigidas.

Testei o OK Cupid, mas desinstalei em menos de uma hora. O app é o único que permite que alguém que você não “curtiu” lhe envie uma mensagem. Recebi em minutos diversas mensagens. Achei invasivo e um pouco assustador.

Meu preferido é o Happn, que mostra pessoas que cruzaram seu caminho. A seleção é mais rápida – em vez de avaliar os pares um a um, o app indica diversas fotos em miniatura e você pode ampliar as imagens só de quem lhe agradou. Outra vantagem é que é possível localizar no Happn aquele moço bonito que você viu no metrô ou na mesa ao lado do restaurante, mas não teve chance de conhecer.

O fato é que pessoas de todos os estilos e com todas as intenções estão nos apps de paquera e filtrar dá trabalho. Mas, no mundo offline, também é assim. Não sou heavy user, mas quando bate a solidão, acesso meus apps. Aos otimistas, não custa tentar!

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Engenheira lança campanha contra sexismo http://blogs.estadao.com.br/link/engenheira-lanca-campanha-contra-sexismo/ http://blogs.estadao.com.br/link/engenheira-lanca-campanha-contra-sexismo/#comments Mon, 10 Aug 2015 00:00:44 +0000 Ligia Aguilhar http://blogs.estadao.com.br/link/?p=136029 Hashtag #ILookLikeAnEngineer ganhou fama após engenheira ter sua profissão questionada por causa da sua aparência

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Reprodução
Propaganda recebeu críticas nas redes sociais por causa da aparência da engenheira

A discussão sobre sexismo na tecnologia continua ganhando força. Após as principais empresas do setor divulgarem seus relatórios de diversidade, ficou evidente que o número de mulheres na área é muito baixo, especialmente nos times de engenharia. Por isso, uma empresa do Vale do Silício, na Califórnia, decidiu destacar uma integrante feminina da sua equipe em um anúncio para uma vaga de emprego. Mas a divulgação acabou gerando polêmica.

Isis Wenger, engenheira de plataformas da OneLogin, aparecia no anúncio ao lado de um texto no qual dizia fazer parte de uma equipe esperta, criativa e hilária. A propaganda acabou se espalhando pelas redes sociais, onde gerou uma série de comentários sobre a beleza de Isis que diziam, entre outras coisas, que ela não tinha o visual de uma engenheira e que se a intenção da companhia era atrair mais funcionárias mulheres, “deveria ter escolhido uma foto com um sorriso amistoso em vez de sexy”.

Isis publicou um texto no Medium questionando os comentários e uma foto na qual segurava um cartaz com a hashtag #ILookLikeAnEngineer (eu pareço com uma engenheira, em tradução literal). O movimento logo inspirou uma campanha nas redes sociais na qual várias mulheres publicaram suas fotos declarando seus cargos na área de engenharia acompanhadas da hashtag.

“Algumas pessoas acham que eu não estou fazendo a cara certa. Uma notícia: isso não é uma tentativa de rotular como uma engenheira deve ser. Isso é literalmente apenas eu, um exemplo de uma engenheira da OneLogin”, disse em seu blog.

Inspirada pelo impacto e adesão à campanha, Isis lançou a página na internet Ilooklikeanengineer.com para continuar o debate e compartilhar historias sobre diversidade na tecnologia.

 

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Link no papel – 10/8/15 http://blogs.estadao.com.br/link/link-no-papel-10815/ http://blogs.estadao.com.br/link/link-no-papel-10815/#comments Mon, 10 Aug 2015 00:00:34 +0000 Matheus Mans http://blogs.estadao.com.br/link/?p=136034 Confira a edição do Link do dia 10/8/15

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Amor nos tempos do celular
• De veganos a evangélicos, nichos aquecem mercado de apps de paquera

Avaliação
• Proposta de apps de relacionamento é parecida, mas recursos fazem a diferença

Quem me representa?
• Site permite que eleitor veja se posições de deputados federais batem com a sua

Feminismo
• Engenheira lança campanha contra sexismo

Legislação
• Reino Unido faz consulta para arquivos ilegais

Coluna – Demi Getschko
• Quase tudo sobre muitos

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Site permite que eleitor veja se posições de deputados federais batem com a sua http://blogs.estadao.com.br/link/site-permite-que-eleitor-veja-se-posicoes-de-deputados-federais-batem-com-a-sua/ http://blogs.estadao.com.br/link/site-permite-que-eleitor-veja-se-posicoes-de-deputados-federais-batem-com-a-sua/#comments Mon, 10 Aug 2015 00:00:22 +0000 Camilo Rocha http://blogs.estadao.com.br/link/?p=136047 O site Quem me representa? elenca os nomes dos deputados de acordo com o quanto estão alinhados com as opiniões do usuário

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REPRODUÇÃO

As acaloradas discussões nas redes sociais sobre a votação da maioridade penal no Congresso nacional foram a inspiração para os desenvolvedores Andryw Marques, Nazareno de Andrade e João Arthur criarem o site Quem Me Representa?

Na ferramenta, o eleitor informa sua posição sobre diversos tópicos, do financiamento privado ao fim da reeleição (pode também colocar “não sei”). A partir das escolhas, o algoritmo do site elenca os nomes dos deputados de acordo com o quanto estão alinhados com as opiniões do usuário, colocando ao lado de cada nome uma porcentagem de “compatibilidade”. É possível filtrar os resultados de acordo com os estados ou partidos dos congressistas.

Os pesquisadores criaram o projeto durante o 3º Hackfest Analytics, promovido pelo Laboratório Analytics da Universidade Federal de Campina Grande, na Paraíba. O mesmo time foi o responsável pelo infográfico House of Cunha, um “quem é quem” da Câmara.

Os dados do Quem Me Representa? foram extraídos do site da Câmara. Embora disponíveis a qualquer pessoa, estão espalhados pelas páginas das sessões e votações. A ideia da ferramenta é “simplificar” essas informações.
Marques quer que as pessoas discutam política “com base em dados e não achismos”. “Conheço gente que se surpreendeu com posições doseu deputado”, diz.

O Quem Me Representa? só está disponível em versão para web. Os desenvolvedores estudam criar um app para celular, mas ainda sem previsão de lançamento.

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Reino Unido faz consulta para arquivos ilegais http://blogs.estadao.com.br/link/reino-unido-arquivos-ilegais/ http://blogs.estadao.com.br/link/reino-unido-arquivos-ilegais/#comments Mon, 10 Aug 2015 00:00:06 +0000 Camilo Rocha http://blogs.estadao.com.br/link/?p=136030 Reino Unido discute aplicar dez anos de cadeia por compartilhamento ilegal de arquivos na internet

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Dez anos de cadeia por compartilhamento ilegal de arquivos na internet parece uma pena bastante severa, mas é o que está em discussão no Reino Unido no momento.

O escritório de propriedade intelectual do governo lançou uma consulta pública para saber se a pena máxima deve aumentar para a prática quando tiver fins de “ganho financeiro de larga escala”. O intuito é deixar claro que infração de direitos autorais online é “tão séria quanto” esse tipo de infração no mundo físico. Na proposta, o órgão lembra que a infração online tem hoje pena máxima de dois anos enquanto que o mesmo para produtos físicos é dez anos.

Ativistas já se mobilizaram contra a iniciativa por acreditarem que pode ser usada injustamente. O Open Rights Group, uma ONG que atua contra a vigilância e censura, colocou no ar uma campanha que conclama as pessoas a opinarem contra a sugestão do escritório de propriedade intelectual britânico.

A ONG argumenta que infringir direitos autorais não deve ser tratado como outros crimes similares por que não prevê intenção de causar dano. Segundo a entidade, a sentença de dez anos “pode ser muito dura especialmente porque alegações de danos podem ser perpetradas facilmente”.

No Brasil, a violação de direitos autorais tem consequências civis e criminais, mas Mariana Giorgetti Valente, coordenadora de pesquisa do InternetLab, centro interdisciplinar de pesquisa em direito e tecnologia em São Paulo, diz que é extremamente raro que se processe um usuário criminalmente. “As sanções civis da Lei de Direitos Autorais são suspensão do ato de violação, multa pelo descumprimento e indenização”, completa. No caso de prisão, a pena é de 3 meses a um ano.

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Utilizando Facebook e WhatsApp, hackers roubam dados de iPhones http://blogs.estadao.com.br/link/utilizando-apps-como-facebook-e-whatsapp-hackers-roubam-dados-de-iphones/ http://blogs.estadao.com.br/link/utilizando-apps-como-facebook-e-whatsapp-hackers-roubam-dados-de-iphones/#comments Fri, 07 Aug 2015 18:38:29 +0000 Redação Link http://blogs.estadao.com.br/link/?p=136022 O Hacking Team modificava os aplicativos, que eram instalados pelos usuários; Facebook, WhatsApp, Telegram, Google Chrome e Skype estão entre os envolvidos

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Há algumas semanas, um grupo de hackers teve o sistema invadido. O resultado foi a divulgação de 400 GB de conteúdo e a descoberta de como algumas invasões em sistemas, programas e aplicativos funcionavam. Uma dessas descobertas acaba de ser revelada.

Segundo o site The Next Web, o Hacking Team — nome do grupo em questão — conseguia modificar apps para roubar informações dos usuários do sistema iOS, como ligações, SMS, histórico de navegação, localização, dados de contatos e até fotos.

O mais preocupante, porém, não é só a invasão e os dados que poderiam ser roubados. Para entrar no sistema, o grupo utilizava apps populares, como Facebook, WhatsApp, Telegram, Google Chrome e Skype.

Tudo isso, surpreendentemente, era feito de uma maneira muito simples. O grupo modificava os aplicativos usando uma brecha que permitia mascarar apps no iOS. Aí, então, os hackers enviavam avisos de atualização que chegavam por fora da App Store. O usuários instalava — sem saber exatamente o que era — e deixava suas informações disponíveis.

Assim, para evitar o golpe, é aconselhável baixar instalações e apps apenas na loja de aplicativos do sistema. Não há informações do número de pessoas vítimas da técnica.

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Uber conquista apoio de governador do Distrito Federal http://blogs.estadao.com.br/link/uber-conquista-apoio-de-governador-do-distrito-federal/ http://blogs.estadao.com.br/link/uber-conquista-apoio-de-governador-do-distrito-federal/#comments Fri, 07 Aug 2015 18:07:33 +0000 Redação Link http://blogs.estadao.com.br/link/?p=136017 O governador Rodrigo Rollemberg derrubou um projeto de lei que pretendia banir o serviço de transporte Uber

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AFP

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, derrubou um projeto de lei que pretendia banir o serviço de transporte urbano Uber na região.

Rollemberg elogiou o potencial da companhia para inovar no transporte no país. “Nós sabemos que as novas tecnologias têm criado um paradigma nessa relação de transporte individual de passageiros. Nós não podemos fechar os olhos para essa nova realidade”, declarou.

O posicionamento do governador vai contra uma série de protestos realizados por taxistas pelo Brasil e pelo mundo. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a Câmara Municipal votou no começo de julho pela proibição do Uber. Na época, taxistas se posicionaram contra a regulação do serviço e afirmaram que “vai ter morte” se o Uber continuar operando no país.

O projeto de lei na Câmara paulistana requer uma segunda votação, esperada para a próxima semana, para então ser enviado para sanção do prefeito Fernando Haddad.

A companhia tem encontrado resistência de sindicatos tradicionais de táxi e governos municipais que se tornaram acostumados com a renda gerada pela venda de alvarás tradicionais de táxi no Brasil.

O Uber conseguiu apoio do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recentemente, quando seu presidente, Vinícius de Carvalho, expressou apoio ao serviço de transporte e às vantagens que a concorrência maior podem trazer ao setor.

/ COM REUTERS

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Falha no Firefox permite roubo de dados de usuários; saiba como corrigir http://blogs.estadao.com.br/link/falha-no-firefox-permite-roubo-de-dados-de-usuarios-saiba-como-corrigir/ http://blogs.estadao.com.br/link/falha-no-firefox-permite-roubo-de-dados-de-usuarios-saiba-como-corrigir/#comments Fri, 07 Aug 2015 17:25:16 +0000 Redação Link http://blogs.estadao.com.br/link/?p=136013 A falha permite que informações sejam roubadas sem nenhum tipo de rastro no PC; o problema afeta computadores Windows, Mac e Linux

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A Mozilla admitiu que o Firefox possui uma grava falha no sistema. Por ela, informações sensíveis ao usuário poderiam ser roubadas do PC sem deixar nenhum tipo de rastro.

Segundo a empresa, a falha ocorre na “interação do mecanismo que impõe a separação de contexto do JavaScript e o visualizador de PDF do Firefox”. Ou seja, o problema estava no conceito da fabricante que só permite que scripts  sejam executados se estiverem hospedados no mesmo domínio.

Assim, os sistema acabava permitindo a instalação de um código em Javascript que  copiava arquivos com informações importantes e, talvez, confidencial dos usuários. A vulnerabilidade, segundo a empresa, está presente nas versões do Firefox para Windows, Linux e Mac.

Tudo isso foi descoberto após um usuário notar que um anúncio em um site russo de notícias estava usando um exploit para buscar por arquivos importantes. O malware realizava, então, o upload dos arquivos para um servidor na Ucrânia.

A Mozilla ainda alerta que o ataque não deixava registros. “A exploração não deixa vestígios de ter sido executada. Se você usar o Firefox no Windows ou Linux, seria prudente mudar todas as senhas e chaves.”

Para se livrar da falha, basta atualizar o navegador para a versão 39.0.3. Isso pode ser feito, aliás, no próprio browser. Basta entrar em Menu > Ajuda > Sobre o Firefox > Reinicie o Firefox para atualizar.

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‘Tinder do cinema’, site ajuda usuário a encontrar o filme ideal http://blogs.estadao.com.br/link/tinder-do-cinema-site-ajuda-usuario-a-encontrar-o-filme-ideal/ http://blogs.estadao.com.br/link/tinder-do-cinema-site-ajuda-usuario-a-encontrar-o-filme-ideal/#comments Thu, 06 Aug 2015 19:29:01 +0000 Ligia Aguilhar http://blogs.estadao.com.br/link/?p=135986 DoctorMovie sugere uma lista de filmes para assistir em diferentes plataforma a partir de uma lista de preferências indicadas pelo usuário, considerando também critérios subjetivos como "boa música" e "para chorar"

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Página inicial do site pede para usuário indicar suas preferências

Quem nunca se viu diante do desafio de querer assistir a um filme, mas não achar nada que agrade na TV ou internet? Se o acesso a conteúdo está cada vez mais fácil por meio dos serviços de streaming, fazer a curadoria do catálogo só com base nos gêneros muitas vezes não atende às necessidades do espectador.

Foi para ajudar nesses casos que um casal de namorados criou o DoctorMovie, uma ferramenta que ajuda a encontrar em diferentes serviços como Netflix, Popcorn Time e YouTube o filme ideal para você.

O portal funciona como uma ferramenta de busca de filmes e permite gerar uma lista personalizada das opções ideais para você a partir de filtros específicos – como data de lançamento, duração e  palavras-chave, que vão além dos gêneros e incluem características mais específicas como “boa trilha sonora”, “‘baseados em livros”, “boa fotografia”, “para ver doidão” e “para chorar”.

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Lista final de sugestões é baseada nas preferências e também no que o usuário não quer ver

Assim como no Tinder, o usuário pode clicar “sim” para as características do filme que quer ver e “não” para eliminar o que não quer assistir no momento.

Na lista de resultados é possível eliminar os filmes que o usuário já assistiu e criar uma lista de filmes para ver no futuro.

“A ideia de criar um site com todas essas características surgiu na ocasião em que eu e meu namorado, Ivo Lamas, tivemos dificuldade para encontrar um filme que fosse, ao mesmo tempo: europeu, água com açúcar e de curta duração”, diz Fernanda Vilas Boas, uma das cofundadoras da plataforma.

“Depois de muito procurar, nos deparamos com outro problema: onde assisti-lo online. Percebemos, então, que não havia nenhum site que facilitasse tal busca e decidimos criar o DoctorMovie com a ajuda de outros três universitários apaixonados por cinema”, diz ela, que trabalha no desenvolvimento da plataforma há oito meses com o namorado Ivo e os sócios Arthur Fendrich, André Pimenta e Guilherme Pimenta.

Os criadores planejam transformar a plataforma em negócio em algum momento e criar uma maneira de ganhar dinheiro com ela que mantenha o acesso gratuito para usuários.

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