Converge Comunicações » Teletime http://convergecom.com.br Sat, 08 Aug 2015 14:37:22 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=4.2.4 Telebras projeta break-even em 2018. Até lá, depende do orçamento Federal http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/telebras-projeta-equilibrio-das-contas-para-2018-ate-la-depende-do-orcamento-federal/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/telebras-projeta-equilibrio-das-contas-para-2018-ate-la-depende-do-orcamento-federal/#comments Fri, 07 Aug 2015 21:39:52 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241465?noticiario=TT crescimento (2)

Após amargar um prejuízo de R$ 117,3 milhões em 2014, com receita de R$ 31 milhões (menor do que os custos de pessoal), a nova direção da Telebras busca o equilíbrio das contas por meio de diversos projetos, como o satélite, o cabo submarino e, mais recentemente, as redes metropolitanas para alcançar clientes como órgão de governos nos estados e pequenos provedores que não têm recursos para investir na última milha. A previsão do presidente da estatal, Jorge Bittar, é de que o ponto de equilíbrio deve ser alcançado em 2018, mas isso vai depender dos investimentos que precisam ser feitos pelo governo. Após os cortes, a empresa conta, a princípio, com os recursos para o satélite. “A Telebras é uma startup. E numa startup, nos primeiros anos, o investidor é quem banca a empresa, como aconteceu com o Facebook, Google e todas essas empresas de tecnologia no mundo”, compara Bittar. Ele afirma que está buscando formas de aumentar as receitas para que possa justificar a presença da estatal no mercado. “Se eu não investir a minha receita vai continuar baixa, vou manter o déficit e o tesouro vai pagar a conta”, afirmou. “Eu tenho um backbone de excelente qualidade, mas eu preciso chegar ao meu cliente e é para isso que servem as redes metropolitanas”, disse Bittar. Mas deixa claro que não é pretensão da estatal competir com as operadoras privadas, nem deixar de lado sua função estratégica de levar a rede aos locais de pouco apelo econômico, apesar do fato de ter boa parte das redes metropolitanas projetadas em áreas onde há forte competição no mercado. “Ao contrário, a Telebras, enquanto operadora neutra, como ocorre em vários países do mundo como na Inglaterra, contribui para oferta maior de capacidade pelas operadoras privadas”, disse. Na semana que vem, Bittar pretende intensificar os esforços para liberação dos R$ 240 milhões que serão aplicados na construção de redes metropolitanas em 21 capitais e cidades de grande porte neste ano. As licitações para implantação dessas infraestruturas já estão em fase final e, segundo o presidente da estatal, o atraso no desbloqueio desses recursos irá afetar os planos da empresa. O presidente da Telebras sustenta que, caso os investimentos sejam feitos, o equilíbrio das contas pode chegar antes de 2018. Ele lembra que o satélite deve entrar em funcionamento no primeiro trimestre de 2017 e o cabo submarino até a Europa, no final deste mesmo ano. Até lá, a empresa terá concluído seu sistema de comercialização de capacidade do satélite. Outro plano da estatal é montar um centro de distribuição de conteúdo (CDN) cultural e educativo. Bittar disse que já há conversas nesse sentido com os ministros da Educação e da Cultura. No caso do CDN, a ideia é usar o data center de empresas públicas já existente, como do Serpro e Dataprev, e construir as pequenas estruturas, que distribuirão os conteúdos nas pontas. “Esse é um projeto que será intensificado no próximo ano”, disse Bittar. “A Telebras está vivendo fortes emoções, estou aqui estimulando ao máximo os colaboradores para que tragam mais projetos”, afirmou Bittar.]]>
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Comissão da Câmara arquiva investigação sobre Anatel http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/comissao-da-camara-arquiva-investigacao-sobre-anatel/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/comissao-da-camara-arquiva-investigacao-sobre-anatel/#comments Fri, 07 Aug 2015 21:18:26 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241380?noticiario=TT congresso

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados votou pelo arquivamento da Proposta de Fiscalização e Controle (PFC) 96/12, sobre os procedimentos de regulamentação e fiscalização adotados pela Anatel. O relatório final do deputado Paulo Azi (DEM-BA) apontou melhorias na atuação da agência. Em julho de 2013, a comissão aprovou a proposta de fiscalização apresentada pelo deputado Nelson Marchezan Junior (PSDB-RS). A proposta solicitava ao Tribunal de Contas da União (TCU) auditoria sobre os procedimentos de regulamentação e fiscalização adotados pela Anatel quanto aos serviços de telefonia móvel, telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura. Na justificativa, o autor citava “a péssima qualidade dos serviços prestados pelas operadoras”. O TCU realizou a auditoria e, por meio do Acórdão 2926/13, apontou as ações já realizadas pela Anatel para melhorar a qualidade dos serviços. O tribunal mostrou disposição em continuar monitorando a atuação da agência. Por isso, o relator, Paulo Azi, considerou como encerrada a fiscalização e votou pelo arquivamento. Entre as ações já implementadas pela Anatel que continuarão a ser monitoradas pelo TCU, o acórdão cita:  a criação do Sistema de Fiscalização Remota de Serviços; a criação de novos indicadores para tratamento das reclamações dirigidas a todos os canais de atendimento das prestadoras; a criação da Superintendência de Relações com os Consumidores, por meio do novo regimento interno (Resolução 612/13); a criação do Ranking de Qualidade das Prestadoras dos Serviços de Telefonia; a realização de Pesquisa de Aferição do Grau de Satisfação da Sociedade em relação ao serviço de telefonia fixa, ao serviço de telefonia móvel e aos serviços de TV por assinatura, concluída em abril de 2013;  e a evolução no uso das medidas alternativas a multas por parte da agência, com a adoção mais frequente e incisiva de medidas cautelares, como a suspensão da venda de novos planos, por exemplo.]]>
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Controladora da Nextel se diz desapontada com desempenho no trimestre http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/controladora-da-nextel-se-diz-desapontada-com-desempenho-no-trimestre/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/controladora-da-nextel-se-diz-desapontada-com-desempenho-no-trimestre/#comments Fri, 07 Aug 2015 21:10:44 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241440?noticiario=TT logo nextel

O trimestre trouxe resultados abaixo do esperado para a Nii Holdings, controladora da Nextel Brasil. Em balanço financeiro referente ao segundo trimestre (e primeiro semestre) do ano divulgado nesta sexta, 7, a companhia reconheceu que fracassou em atingir as metas do plano de reestruturação. "Estamos desapontados com nosso desempenho", disse o CEO da Nii, Steve Shindler, em comunicado, dizendo que a empresa mostrou inaptidão em atingir a meta de crescimento de receita. Depois, culpa o impacto do ambiente macroeconômico "que está afetando toda a indústria wireless", assim como a desvalorização das moedas brasileira e argentina. Com isso, a controladora está cada vez mais longe das metas prometidas no plano de recuperação para sair do Chapter 11. Shindler diz que está implantando "planos de contingência desenhados para nos ajudar a chegar a nossas metas de longo prazo", mas afirma que o foco é aumentar a base de 3G no Brasil e procurar estratégias para economizar e aumentar a lucratividade. Resultados A Nextel Brasil encerrou o trimestre com US$ 303,2 milhões em receita, queda de 29,32%. No semestre, a queda foi de 24,68%, total de US$ 643,8 milhões. As perdas no segmento foram de US$ 78,8 milhões no trimestre e US$ 75,2 milhões no semestre, aumento de 40,21% e recuo de 11,84%, respectivamente. No país a operadora conta com 2,177 milhões de acessos em iDEN, recuo de 93,06%. O WCDMA mais do que dobrou e encerrou junho com 2,258 milhões de acessos. A empresa afirma que registrou 42,3 mil adições líquidas no trimestre e que contabilizou 59,3 mil migrações do rádio para o 3G. O churn ficou em 3,28% (contra 2,81% no ano anterior) e a receita média por usuário (ARPU) fechou junho em US$ 20 (US$ 10 a menos). A operação total da Nii Holdings fechou o trimestre com US$ 420,8 milhões em receitas (recuo de 28,30%) e o semestre com US$ 883,2 milhões (queda de 23,96%). O prejuízo operacional foi de US$ 179 milhões e US$ 267,6 milhões no trimestre e semestre, respectivamente.]]>
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Vivo continuará priorizando IPTV; no DTH, integração de plataforma é o desafio http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/vivo-continuara-a-apostar-no-iptv/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/vivo-continuara-a-apostar-no-iptv/#comments Fri, 07 Aug 2015 21:05:30 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241384?noticiario=TT Vivo IPTV

A definição de plataformas de TV por fibra (IPTV) ou por satélite (DTH) após a incorporação da GVT ainda não foi divulgada, mas a Telefônica/Vivo pelo menos dá uma certeza: a oferta de TV por assinatura voltou a ser uma importante linha de frente na operadora. A estratégia de DTH, segundo apurou este noticiário, deve passar por um RFP para encontrar a melhor solução de satélite que atenda às suas necessidades. Esse RFP já teria sido concluído. A dúvida do grupo é manter a plataforma da GVT, que tem cerca de 1 milhão de assinantes e está baseada no satélite da Intelsat, ou a plataforma da Telefônica/Vivo, com cerca de 800 mil assinantes e baseada na plataforma da Media Networks. Qualquer que seja a solução haverá a necessidade de migração de metade da base. A vantagem da plataforma da GVT é que ela já foi pensada para a integração com banda larga, mas a Media Networks pertence ao próprio grupo Telefônica. Já em relação à plataforma fixa, o mais provável é que o IPTV siga, ao menos em um primeiro momento, utilizando a solução da Vivo - o Mediaroom, da Ericsson -, já que é de longe a oferta mais bem sucedida na tecnologia no País. Dados de junho da Anatel divulgados nesta sexta, 7, mostram que a única operação que aparece no País como IPTV - na verdade, sinalizada como fibra até a residência (FTTH) - é a da Telefônica, com 129.635 acessos, todos em São Paulo, onde a operadora é incumbent (a companhia tem ainda 612,6 mil acessos via DTH e 67 mil em cabo). Sabe-se que há pequenos provedores de acesso com soluções de IPTV e streaming implementadas, mas os números ainda são muito pequenos. A GVT tinha planos de lançar IPTV em sua operação de FTTH no ano passado, mas ficou restrita a testes. Ainda com números separados da Vivo no banco de dados da agência, a operadora contava com 996,2 mil acessos, todos via DTH. O diretor de vídeo de Telefônica/Vivo, Rafael Sgrott, ressalta a importância da escolha para o futuro da operação. "As decisões são bem científicas porque envolvem legado e futuro, estamos tomando todo o cuidado na decisão e na implantação", disse ele a este noticiário. Ele lembra que a companhia acabou de encerrar a oferta de TV por MMDS, e que agora procura simplificar e angariar as sinergias com a GVT. Até por isso, Sgrott afirma que a companhia não considera expandir o IPTV para os acessos de fibra até o curb (FTTc) utilizando tecnologias que aumentam a capacidade do cobre, como G.fast. "Seria mais uma plataforma, e no final o que a gente quer é simplificar dentro do ponto de competitividade", justifica. Ou seja: a ideia é utilizar o DTH híbrido, com a caixa conectada. "Hoje atende muito bem o canal linear vindo por satélite e por SBTVD, com conectividade de ultra banda larga para tudo que for on-demand." Ele explica que a companhia deve oferecer também um set-top box com conexão via dongle Wi-Fi, para deixa-lo "quase autoinstalável". Pilotos   No set-top box da IPTV, a promessa de conexão via Wi-Fi, testada em piloto desde o ano passado, ainda não deve se estender para a base. Sgrott explica que o conteúdo on-demand é mais gerenciável porque permite buffer (pré-carregamento do vídeo), mas em transmissões ao vivo, "precisa de confiabilidade de home networking maior". Por isso, a Vivo deverá continuar a utilizar o protocolo HPNA pelo cabo coaxial, com capacidade de cerca de 400 Mbps, para levar o IPTV de um ponto a outro dentro da casa do assinante. Naturalmente, o sinal continua chegando via fibra à residência. Outro recurso que continua em testes, mas que não avançou no desenvolvimento, foi a de incluir um aplicativo do YouTube no Mediaroom do set-top box do IPTV. O diretor de TV da Vivo explica que foi preciso fazer "correções de rotas ao longo do caminho", mas houve algumas condições que o portal de vídeos do Google exigia para o player, como utilizar a tecnologia HTML5, que não foi possível incluir na plataforma. Por outro lado, de um ano para cá, a companhia passou a incorporar conteúdos on-demand do Vivo Play, Vivo Kids, Turma da Mônica e palestras do TED no guia de programação eletrônico (EPG). "Quando colocou isso, a visualização (desses conteúdos) cresceu mais de 100%, a pessoa não sabia e, a partir do momento em reconhece, seja app ou TED, ela assiste", declarou Rafael Sgrott. Até por isso, a Telefônica tem investido em novidades para a plataforma. A companhia anunciou em maio o recurso de catch-up para o Vivo TV Fibra batizado de Reprise, que permite voltar até oito horas na programação, dependendo do canal e do conteúdo por conta de direitos de exibição (DRM). Sgrott explica que a função é independente do gravador Multiroom oferecido no IPTV, já que o conteúdo é gravado diretamente no headend da empresa. Além disso, a função é gratuita - mas, para isso, o usuário precisa aceitar a adição.]]>
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TIM amplia rede 4G para mais sete cidades de SP http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/tim-amplia-rede-4g-para-mais-sete-cidades-de-sp/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/tim-amplia-rede-4g-para-mais-sete-cidades-de-sp/#comments Fri, 07 Aug 2015 20:51:55 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241405?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/tim-amplia-rede-4g-para-mais-sete-cidades-de-sp/feed/ 0 Facebook pede apoio público ao Internet.org na Índia http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/facebook-pede-apoio-publico-ao-internet-org-na-india/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/facebook-pede-apoio-publico-ao-internet-org-na-india/#comments Fri, 07 Aug 2015 20:48:54 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241419?noticiario=TT Facebook

O Facebook enfrentou fortes críticas com a iniciativa Internet.org, especialmente na Índia, e foi lá que a empresa foi mais bombardeada. Por conta disso, a companhia começou a pedir apoio dos 125 milhões de usuários da rede social no país, segundo informa a imprensa indiana. A iniciativa acontece porque o projeto de universalização de acesso está em consulta pública, restando apenas uma semana para que as contribuições possam ser incluídas. Os usuários do Facebook na Índia estão recebendo a mensagem em suas páginas de perfil, na qual a empresa pede a opinião no Internet.org. "Você quer ter serviços online gratuitos básicos na Índia? A missão do Internet.org é colocar todos no mundo online. Mostre seu apoio pelos serviços gratuitos básicos na Índia", diz o conteúdo segundo o Times of India. "Por favor, comente neste post e nos ajude a dizer aos seus PMs (ministros como o primeiro ministro Narendra Modi; o ministro das finanças, Arun Jaitley; e o ministro das telecomunicações, Ravi Shankar Prasad) que você quer conectar a todos na Índia", continua a mensagem.]]>
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Banda larga fixa cresce e chega a 24,9 milhões de acessos em junho http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/banda-larga-fixa-chega-a-249-milhoes-de-acessos-em-junho/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/banda-larga-fixa-chega-a-249-milhoes-de-acessos-em-junho/#comments Fri, 07 Aug 2015 20:38:02 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241356?noticiario=TT banda larga (4)

Com 87 mil novas assinaturas, o Brasil fechou junho com 24,9 milhões de acessos de banda larga fixa e um índice de penetração do serviço nos domicílios de 37,68%. A alta se deu principalmente nas tecnologias cabo, fibra, LTE e WiMAX. Entre as operadoras, ganharam mais clientes o grupo América Móvil (Net Serviços/Claro/Embratel) e a GVT. O grupo América Movil continua na liderança do mercado com participação de 31,57%. A Oi, apesar de ligeiro recuo no mês, manteve a segunda colocação com 25,84% de market share. A Telefônica, que recuou para uma participação de 16,43% do mercado, manteve a quarta posição e a GVT, que avançou para 12,67%, continua na quinta colocação. Juntas, Telefônica e GVT passam a Oi, mas ficariam abaixo de Net/Claro/Embratel, com 29,1% de market share. Os pequenos provedores também avançaram em participação em junho, quando respondiam por 8,66% das conexões fixas, conforme informações divulgadas nesta sexta-feira, 7, pela Anatel. Embora venham perdendo terreno, as conexões via par de cobre ainda predominam no País, com 53,29% de participação. As conexões via cabo, em alta, respondem por 32,19% dos acessos. E as ligações por fibras óticas passaram de 4,42% para 4,54% entre os meses de maio e junho.]]>
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Net leva Now Kids para seu TV everywhere http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/net-leva-now-kids-para-seu-tv-everywhere/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/net-leva-now-kids-para-seu-tv-everywhere/#comments Fri, 07 Aug 2015 19:39:40 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241381?noticiario=TT Facetune-2015080779915603

Conteúdo infantil é um dos mais assistidos na plataforma on-demand da Net Serviços, o Now. De acordo com o diretor de marketing e produtos para o mercado residencial da América Móvil Brasil, Marcio Carvalho, oito em cada dez conteúdos vistos na plataforma é voltado para crianças. Apenas no último ano, o volume de conteúdos infantis assistidos mais do que triplicou no Now, cresceu 230%. Assim, a Net aproveitou a ABTA 2015 para lançar a versão TV everywhere do Now Kids, segmentação que já estava disponível no VOD da TV a cabo. "Há um mês, quando mudamos a interface do Now na TV e inserimos imagens dos conteúdos, nossa audiência aumentou 30%. É um conteúdo que tem alta demanda e agora vamos levar para outras telas", diz. O Net Now Kids agora foi integrado como uma sessão dentro do portal online do Net Now (www.nowonline.com.br) e dá acesso ilimitado sem custo adicional a todo o conteúdo infantil do pacote contratado pelo assinante. "Teremos também apps para Android e iOS e estamos esperando apenas a homologação das lojas de aplicativos, o que deve acontecer na próxima semana", conta Carvalho. Pelo portal, também é possível adquirir novos conteúdos infantis, como os disponíveis no over-the-top (OTT) do grupo, o ClaroVideo. Para evitar compras inadvertidas pelas crianças, entretanto, os aplicativos para smartphones e tablets não permitem a aquisição de conteúdos. Controle Kids A Net prepara também uma ação de Dia das Crianças para presentear seus assinantes antigos. Aqueles que são clientes há mais de dez anos da operadora poderão solicitar gratuitamente o controle especial para crianças da Net. Sem botões numéricos, o controle também evita compra de conteúdos ou acesso a conteúdos para adultos que exigem senha para desbloqueio. O botão do Now, no centro do controle remoto, leva a criança para a seção Kids, dentro do VOD da operadora.]]>
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México rejeita tratar VOD como TV por assinatura http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/mexico-rejeita-tratar-vod-como-tv-por-assinatura/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/mexico-rejeita-tratar-vod-como-tv-por-assinatura/#comments Fri, 07 Aug 2015 19:24:09 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241389?noticiario=TT OTT SVOD

De acordo com matéria do jornal mexicano Crónica, o Ifetel (Instituto Federal de Telecomunicaciones) decidiu que os serviços OTT, chamados no país de TV por Internet, não serão regulados sob as mesmas obrigações impostas aos serviços de televisão por assinatura, uma vez que suas características não permitem que sejam considerados serviço de televisão, de acordo com uma resolução do órgão regulador. Segundo a análise do Ifetel, os serviços prestados nas redes públicas de telecomunicações, como televisão paga e telefonia móvel e fixa, diferem das aplicações e conteúdos disponíveis na Internet. O Ifetel aponta que os serviços OTT não correspondem à descrição apresentada pela lei sobre o que deve ser considerado como de televisão por assinatura via satélite, cabo ou micro-ondas. Isso porque os primeiros são prestados por empresas que operam uma rede pública de telecomunicações, enquanto os últimos podem oferecer seus aplicativos e serviços sem ter uma relação de negócios com os operadores que fornecem o acesso à Internet.]]>
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Ibope Media anuncia medição de TV em dispositivos móveis http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/ibope-media-anuncia-medicao-de-tv-em-dispositivos-moveis/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/ibope-media-anuncia-medicao-de-tv-em-dispositivos-moveis/#comments Fri, 07 Aug 2015 19:14:38 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241379?noticiario=TT mobile tv (2)

O Ibope Media desenvolveu em parceria com a japonesa Video Research o TDT Mobile, sistema de medição que captura a audiência da televisão digital em aparelhos celulares e em tablets. Assim, o Brasil passa a ser o primeiro país depois do Japão a contar com essa tecnologia. Os primeiros dados da pesquisa sobre a audiência de TV em celulares e tablets na Grande São Paulo indicaram que a classe AB foi a que mais utilizou estes aparelhos para ver programas de televisão, sendo que 58% dela consumiu TV em dispositivos móveis e 46% pelo modo tradicional, levando em consideração os domicílios que possuem dispositivos móveis capazes de receber o sinal de televisão digital terrestre. Ainda de acordo com o estudo, 70% do consumo de TV digital no celular veio de indivíduos entre 35 e 49 anos. A maior audiência da televisão móvel foi registrada às quintas-feiras e os picos de audiência deste modo de consumo foram entre 12h e 14h e 17h e 21h. Disponível para a Grande São Paulo e, em breve, para a Grande Rio de Janeiro, os dados de TDT Mobile serão somados, de forma consolidada, com a audiência regular de TV. Ainda neste ano, o Ibope Media lançará a medição de streaming TV, que medirá a audiência do conteúdo de televisão assistido por meio de computadores.]]>
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TV paga cai e fecha junho com base igual à do final de 2014 http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/tv-paga-cai-e-fecha-junho-com-base-igual-a-do-final-de-2014/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/tv-paga-cai-e-fecha-junho-com-base-igual-a-do-final-de-2014/#comments Fri, 07 Aug 2015 18:47:12 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241374?noticiario=TT ações_queda

O serviço de TV por assinatura fechou o mês de junho com 19,6 milhões de assinantes no Brasil. Com a marca, chegou muito próximo da base de assinantes do final de 2014. O serviço encerrou o último ano com 19,58 milhões de assinantes. Além disso, trata-se do terceiro mês consecutivo de queda - o último mês de crescimento foi março de 2015, quando a TV paga conseguiu um saldo positivo de 46,5 mil assinaturas, fechando com 19,76 milhões. Em relação a junho do ano anterior, o serviço cresceu 3,25%. A queda em números absolutos foi a maior desde dezembro de 2014, quando houve uma grande limpeza na base da Claro TV. Em junho, o mercado perdeu 113 mil acessos. No acumulado anual o crescimento ainda é positivo em 3%, mas desde janeiro o saldo é negativo. Durante a ABTA 2015, que aconteceu até quinta, 6, executivos do setor apontaram que as vendas continuam mantendo um bom ritmo. A queda na base se deve principalmente ao churn (perda de assinantes) motivado pela inadimplência. O reflexo da crise econômica estaria concentrado nas classes mais baixas, mais atendidas pelo DTH do que pelo cabo ou FTTH. Exceto a Net (cabo) e a Vivo/GVT, todas as demais operações perderam base. A Net cresceu 19 mil clientes e chegou a 7 milhões de usuários no total, e a Vivo/GVT cresceu 18,4 mil e totalizou uma base de 1,8 milhão em junho. A maior queda veio da Claro TV, que perdeu 59 mil clientes e fechou o mês com 3,157 milhões de clientes, seguida da Sky com queda de 43 mil (base de 5,6 milhões) e da Oi TV, que perdeu 7,5 mil clientes no mês no saldo líquido e chegou a 1,182 milhão de usuários. As pequenas operadoras, que totalizam 803 mil clientes, também perderam 40 mil assinantes no mês. Durante todo o ano, a prestação do serviço de TV por satélite perdeu participação no serviço de TV como um todo, enquanto cabo e FTTH ganharam share. No último dia de 2014, a participação do DTH era de 61,01%, chegando agora a 60,20%. Já o FTTH e a TV a cabo cresceram 0,17 e 0,64 ponto percentual, respectivamente, chegando a um share de 0,66% e 39,07%. Com a base atual, o serviço está presente em 29,61% dos domicílios com TV, de acordo com os dados divulgados pela Anatel nesta sexta, 7. As regiões que ainda contam com maior margem de crescimento são Nordeste e Norte, onde a densidade do serviço é de apenas 13,56% e 17,06% dos lares, respectivamente, com uma base total de 2,34 milhões e 833,6 mil assinantes.]]>
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Provisões de 339 milhões de euros impactam lucro da Telecom Italia http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/provisoes-de-339-milhoes-de-euros-impactam-lucro-da-telecom-italia/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/provisoes-de-339-milhoes-de-euros-impactam-lucro-da-telecom-italia/#comments Fri, 07 Aug 2015 18:10:29 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241366?noticiario=TT dbpix-telecom-italia-superJumbo

  A Telecom Italia por pouco não fechou o primeiro semestre de 2015 no vermelho. A holding resolveu fazer uma provisão de 339 milhões de euros para cobrir possíveis multas e custos regulatórios atribuídos a disputas antitruste, em que a incumbente é acusada de abuso de posição dominante no mercado de redes. Em conferência com analistas, o CEO da Telecom Italia, Marco Patuano, declarou que o dinheiro será usado para "fazer as pazes" com órgãos reguladores e entrar em acordo com as operadoras para colocar um fim às disputas e, assim, seguir com um ambiente limpo para continuar investindo em redes. "Já acertamos disputas com algumas operadoras no primeiro semestre. Esse valor de 339 milhões de euros provisionados é a nossa previsão do máximo que devemos gastar para colocar fim a todas as demais disputas", explica Patuano. O executivo revelou que o valor pedido por todas as operadoras somadas chega a 4 bilhões de euros, mas, com base nas resoluções anteriores de conflitos, as disputas acabam sendo encerradas em alguns poucos milhões de euros. "Por que pedem trilhões para conseguir alguns milhões? Quando sentamos à mesa para negociar, é apenas jogo. Por que não brigamos menos e investimos mais? Tem muita fibra pra fazer e eu quero fazer mais fibra", declarou. De acordo com o CFO da Telecom Italia, Piergiorgio Peluso, a empresa está trabalhando junto aos órgãos reguladores para conseguir estabelecer melhores sistemas, processos e KPIs claros para encontrar uma solução viável para a interconexão de redes e ampliar a competição garantindo qualidade de serviço para os clientes. "E aqui quero esclarecer: não estamos avaliando uma separação de rede", diz o CFO de forma taxativa. Vale lembrar que já se ventila há algum tempo a separação da rede da Telecom Italia em uma empresa distinta para garantir a competição. "Queremos sentar com o regulador para acertar KPIs de rede e garantir tratamento de qualidade e igualitário, e isso não requere a separação da rede". Parte do dinheiro do provisionamento virá do IPO da divisão de torres Inwit, cuja venda de 40% de participação da Telecom Italia angariou um total de 808 milhões de euros e injetaram 253 milhões de euros líquidos no caixa da holding italiana. Os números O lucro líquido atribuído aos acionistas caiu de 543 milhões de euros no primeiro semestre de 2014 para 29 milhões de euros no acumulado de janeiro a junho deste ano. As receitas 4,3%, para 10,1 bilhões de euros, enquanto o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) recuou 16,4%, para 3,6 bilhões de euros na comparação do período. Vale destacar, entretanto, que a controladora da TIM Brasil está conseguindo reduzir as perdas em seu mercado doméstico, segundo Patuano graças a investimentos em redes de fibra e 4G. "O mercado doméstico está dando sinais de recuperação, mais acelerada que no ano passado. Usuários de LTE já são 25% da base de banda larga móvel (2,663 milhões de usuários) e a fibra tem 374 mil clientes, correspondendo a 5% da base de banda larga fixa, o que mostra que ainda há grande potencial de crescimento", diz Patuano. Destaque também para o produto de TV por assinatura da operadora, o TIM Vision, oferecido em parceria com provedores de conteúdo como Netflix, Mediaset Premium e Sky. O serviço encerrou junho com 395 mil clientes e a meta é chegar a 550 mil até o final do ano. "Grande parte da nossa base Vision vem da base ADSL que migrou para fibra, mas é interessante notar que 1 a cada 5 clientes de vídeo vem de fora da nossa base de banda larga. Então, além de melhorar nossa receita, atrai clientes novos e reduz o churn na nossa base. Esperamos que a perda de assinantes fixos deva parar já no quarto trimestre deste ano", analisa o CEO.]]>
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Débora Ivanov é indicada à diretoria da Ancine http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/debora-ivanov-e-indicada-a-diretoria-da-ancine/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/07/08/2015/debora-ivanov-e-indicada-a-diretoria-da-ancine/#comments Fri, 07 Aug 2015 15:08:58 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241336?noticiario=TT Débora Ivanov

A produtora Débora Ivanov foi indicada para a diretoria da Ancine, na vaga ocupada até o último mês por Vera Zaverucha, que terminou seu mandato na agência. A presidente Dilma Rousseff encaminhou o nome da produtora para apreciação do Senado Federal na quinta, 6, e a informação foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta, dia 7. Se aprovada a indicação, a diretoria da agência reguladora ficará formada por Débora Ivanov, Rosana Alcântara e Roberto Gonçalves de Lima, além do presidente, Manoel Rangel. Advogada e produtora, Débora tem no currículo mais 50 obras audiovisuais entre curtas, médias e longas-metragens, telefilmes e séries para televisão. Também é diretora executiva do Sindicato da Indústria do Audiovisual do Estado de São Paulo - Siaesp, membro do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual e membro do Conselho Consultivo da SPCine.]]>
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Provedores regionais reclamam da falta de apoio para expansão http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/expansao-de-rede-e-na-base-da-porrada/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/expansao-de-rede-e-na-base-da-porrada/#comments Fri, 07 Aug 2015 00:38:53 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241262?noticiario=TT luta

A dificuldade de conseguir linha de crédito na hora de investir em infraestrutura é um dos grandes desafios dos provedores de Internet (ISPs) regionais. A percepção, manifestada durante a ABTA 2015, é de que, apesar de serem empresas com potencial para ajudar em programas de universalização de banda larga, não há apoio por serem negócios pequenos, exigindo que elas utilizem recursos próprios "na base da porrada", conforme explica o presidente do ISP do interior paulista Life, Luis Eduardo Martins.

"Recorremos a bancos locais, usamos linha do BNDES para comprar fibra, e é isso que muitos provedores fazem, assim que conseguem capitalizar", explica. Ele lamenta que o governo não tenha feito esforços para criar condições para o setor quando havia uma situação econômica melhor. "Não fizeram nem o backbone nacional, conforme prometido pela Telebras, que não foi feito de forma adequada, não usaram recursos disponíveis e nunca tivemos do BNDES uma linha adequada, a não ser para as grandes operadoras", detalha.

Não é só em fibra que há dificuldade para conseguir crédito. Segundo o consultor Alexandre Britto, a grande queixa para os ISPs associados é no investimento para adquirir equipamentos, como o set-top box e modems. "Conseguimos financiamentos com bancos locais, mas é por isso que insisto que, para começar, é preciso um equipamento bem baratinho", sugere.

"Financiamento é importantíssimo, mas não estamos parados esperando que isso aconteça", declara o presidente da Abrint, Erich Matos Rodrigues. Ele reclama que, fora empréstimo no BNDES, que é um dinheiro que volta ao governo, os ISPs não podem contar com iniciativas como o regime especial de tributação da banda larga (REPNBL). "O Tesouro entendeu que os provedores, que são quase 70% ou 80% participantes do Simples (regime de tributação), já tinham incentivo tributário e não deveriam participar. No nosso entendimento, isso é equívoco, porque (o REPNBL) é desoneração na aquisição de equipamentos, não tem tributação diferente", declara.

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Para concorrer com OTTs, TV paga segue investindo em VOD e TV everywhere http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/para-concorrer-com-otts-tv-paga-segue-investindo-em-vod-e-tv-everywhere/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/para-concorrer-com-otts-tv-paga-segue-investindo-em-vod-e-tv-everywhere/#comments Fri, 07 Aug 2015 00:21:23 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241292?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/para-concorrer-com-otts-tv-paga-segue-investindo-em-vod-e-tv-everywhere/feed/ 0 Prazo para admissão de Pados em TACs divide a Anatel http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/prazo-para-admissao-de-pados-em-tacs-divide-a-anatel/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/prazo-para-admissao-de-pados-em-tacs-divide-a-anatel/#comments Thu, 06 Aug 2015 23:56:48 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241288?noticiario=TT disputa

O Conselho Diretor da Anatel iniciou um debate nesta quinta-feira, 6, que terá reflexo na admissão de processos administrativos de descumprimento de obrigações (Pados) para celebração de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), uma limitação além do que é previsto no regulamento. A discussão se deu em função da possibilidade de se fixar um prazo máximo para que as empresas solicitem a inclusão de processos na negociação do termo. O caso concreto é um recurso administrativo interposto pela TIM, para inclusão de Pado nas negociações correntes para celebração de TAC. O relator da matéria, Rodrigo Zerbone, acatou a avalição da área técnica, que estipulou prazo máximo para que esses processos fossem apresentados, alegando que é preciso ter tempo para análise. O processo, no entanto, foi proposto fora desse prazo. A representante da operadora argumentou que no regulamento da TAC não há limite de tempo para admissão dos processos antes da celebração do termo. Disse também que processos semelhantes – de descumprimento de indicadores de qualidade – já haviam sido aceitos, ou seja, não se traria de fato novo. A TIM alegou ainda que não incluiu de pronto o Pado – com multa prevista de R$ 26 milhões – porque havia entrado com recurso na agência, pedindo a revisão do que chamou de "valor equivocado". E ressaltou que a matéria ainda não foi decidida pelo Conselho, ou seja, não transitou em julgado. Para Zerbone, é justo e razoável impor limite de prazo para submissão de Pados em negociações de TACs. Já o conselheiro Igor de Freitas, que acabou pedindo vista da matéria, acredita que o regulamento não impõe esse limite e acha complicado o Conselho vincular sua decisão a um argumento da área técnica de conveniência e oportunidade. O conselheiro Marcelo Bechara também entende que não se pode impor limites para admissão de processos nas negociações de TACs, mas admite que o assunto é novo na agência e precisa ser muito debatido. O presidente da Anatel, João Rezende, por sua vez, acha que é necessário que se dê um prazo para admissão dos Pados, sob pena de atrasar sempre as negociações. O tema está dividindo o Conselho e voltará a ser apreciado na próxima semana. Alguém vai ter que ceder, já que não há voto de desempate e o conselho tem quatro integrantes.]]>
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Governador do DF veta lei que proibiria o Uber http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/governador-do-df-veta-lei-que-proibiria-o-uber/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/governador-do-df-veta-lei-que-proibiria-o-uber/#comments Thu, 06 Aug 2015 23:29:56 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241279?noticiario=TT Uber

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, vetou nesta quinta-feira, 6, o projeto de lei que proibia aplicativos de transporte individual remunerado, como o Uber. Ao mesmo tempo, o governador criou uma comissão para estudar a regulamentação do Uber no prazo de 90 dias a partir de um grande debate. Rollemberg disse, entretanto, que a legislação que vale é o Código Brasileiro de Trânsito. "Qualquer transporte individual remunerado de passageiros precisa da autorização para funcionar", alertou o chefe do Executivo. Enquanto não há solução definitiva quanto ao serviço do aplicativo Uber, os automóveis da empresa permanecem proibidos de circular, devido à falta de regulamentação. A autuação dos motoristas cabe ao Departamento de Trânsito (Detran) e à Polícia Militar do Distrito Federal. "Entendemos que o avanço tecnológico traz benefícios, mas este é um tema muito complexo; vamos lidar de forma que o interesse público seja prioridade", afirmou o governador. Ele ressaltou que o debate sobre o transporte individual de passageiros gera polêmica em vários estados.]]>
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Anatel publica regras para acompanhamento de metas de tecnologia nacional http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/anatel-publica-regras-para-acompanhamento-de-metas-de-tecnologia-nacional-2/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/anatel-publica-regras-para-acompanhamento-de-metas-de-tecnologia-nacional-2/#comments Thu, 06 Aug 2015 23:10:09 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241274?noticiario=TT brasil software mercado internacional brasscom

A Anatel publicou nesta quinta-feira, 6, o regulamento para acompanhamento dos compromissos de uso de tecnologia nacional pelas operadoras vencedoras dos leilões das faixas de 2,5 GHz e de 700 MHz. As empresas terão que apresentar nos próximos quatro meses o relatório consolidado das obrigações estabelecidas para o período de 6 de agosto de 2012 a 31 de dezembro de 2014. A partir do dia 30 de abril do próximo ano e ao do término de cada um dos períodos avaliativos previstos para 2015 a 2016 e 2017 a 2022, as teles devem apresentar seus relatórios de acompanhamento. A norma abre a possibilidade para aceitar investimentos na aquisição de produtos e sistemas nacionais realizados por terceiros para o cumprimento dos compromissos de aquisição. Para isso, a prestadora deve demonstrar que esses aportes foram realizados em atendimento aos seus interesses para a instalação e expansão de sua rede de prestação de serviços de telecomunicação, em conformidade e para o cumprimento da obrigação assumida. Além de relatórios, as teles deverão apresentar documento produzido por auditores independentes de atesto da fidedignidade dos procedimentos contábil e operacional quanto ao cumprimento dos compromissos de aquisição de produtos e sistemas nacionais. Caso as informações prestadas se mostrem inconsistentes, a Anatel poderá realizar fiscalização específica antes de atestar o cumprimento da obrigação. Pelo edital de 4G, realizado em 2012, a exigência final de conteúdo nacional aumentava gradativamente, de 60% em 2014 a 70% entre 2017 e 2022, incluindo tanto produtos fabricados no País, por meio de Processo Produtivo Básico (PPB) como tecnologias brasileiras. Já o edital da faixa de 700 MHZ estabelece que entre 2015 e dezembro de 2016, 65% dos investimentos em bens e produtos de telecomunicações terão conteúdo nacional, 50% de produtos com PPB e 15% de tecnologia desenvolvida no País. Entre 2017 e 2020, os percentuais sobem para 70%, com 20% de tecnologia desenvolvida no Brasil. No caso de software e sistemas, a Anatel exige a apresentação do selo de produto nacional, o Certics, ou outros tipos de certificação existentes.]]>
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TIM cria o Turbo WhatsApp, pacote para o uso do app no pré-pago http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/tim-cria-o-turbo-whatsapp-pacote-para-o-uso-do-app-no-pre-pago/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/tim-cria-o-turbo-whatsapp-pacote-para-o-uso-do-app-no-pre-pago/#comments Thu, 06 Aug 2015 22:45:20 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241266?noticiario=TT WhatsApp

A TIM criou um pacote especialmente para o uso do WhatsApp pelos seus usuários pré-pagos. O Turbo WhatsApp, como foi batizado, custa R$ 12 e dá direito a 50 MB/dia de uso do app (exceto para chamadas VoIP) e 50 MB/dia para navegação livre na Internet ao longo de 30 dias. Na prática, é como se custasse R$ 0,40 por dia. Para contratar o serviço, o cliente pré-pago precisa enviar uma mensagem com a palavra Zapzap para 5225 e ter R$ 12 de crédito em seu saldo. Também é possível contratar o plano através do site da operadora ou pelo app Meu TIM. O pacote estará disponível para contratação até 31 de agosto, podendo ser prorrogado.    ]]>
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Operadoras de DTH dizem que estarão prontas para abrigar a cobertura da Olimpíada http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/operadoras-de-dth-dizem-que-estarao-prontas-para-abrigar-a-cobertura-da-olimpiada/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/operadoras-de-dth-dizem-que-estarao-prontas-para-abrigar-a-cobertura-da-olimpiada/#comments Thu, 06 Aug 2015 22:39:14 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241261?noticiario=TT olimpiadas

As operações de DTH estão se esforçando para conseguir entregar todo o conteúdo que será gerado durante a Olimpíada no próximo ano. A Globosat transmitirá os jogos em 16 canais em alta definição. Segundo Pedro Garcia, diretor de esportes da Globosat, nem todos os canais demandarão espaços novos nos lineups das operadoras, uma vez que a programadora usará os três canais SporTV já existentes, além dos canais dedicados ao Premiere. Mesmo assim, é necessário encontrar espaço para oito ou nove canais nos line-ups. Em debate no Congresso e Feria ABTA 2015 nesta quinta, 6, executivos de operadoras de DTH apontaram que devem conseguir superar o desafio. Segundo Leandro Gaunszer, country manager da Media Networks (que administra infraestrutura satelital na América Latina), a meta é chegar a um momento em que o operador pode lançar o que quiser com facilidade. “O risco para o operador de DTH é não ter a capacidade de subir, do dia pra noite, 15 canais HD”, disse, apontando que para evitar isso, a empresa atualiza sua meta para os próximos cinco anos a cada seis meses. Para os Jogos Olímpicos, Gaunszer diz que se trata de um investimento alto por um período curto para as operadoras, a menos que mantenham o espaço para ampliar seus lineups HD de forma mais definitiva. Ariel Dascal, responsável pelo serviço de TV na Oi, diz que acredita que não haverá problemas para abrigar os canais temporário. Alessandro Maluf, gerente de marketing da Net, que falou em nome do grupo América Móvil, do qual faz parte a operação de DTH da Claro, concorda que a cobertura da Olimpíada não ficará de fora. Além disso, destaca que uma das metas do serviço Claro hdtv é aumentar a oferta de canal em alta definição, “de forma a tornar a oferta mais premium para o assinante”.]]>
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Acesso a PTT é estratégico para provedores disputarem mercado de vídeo http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/ptt-e-estrategico-para-provedores/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/ptt-e-estrategico-para-provedores/#comments Thu, 06 Aug 2015 22:15:25 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241246?noticiario=TT trafego de dados

A estratégia para os provedores de Internet (ISPs) regionais para o mercado de vídeo, sobretudo aqueles com  infraestrutura de fibra, esbarra em um gargalo: a de poder chegar aos pontos de troca de tráfego (PTTs) mais relevantes, como o de São Paulo, administrado pelo NIC.br. É lá onde estão as redes de entrega de conteúdo (CDN) de empresas como Google, Netflix e Akamai. "Hoje o sonho é que gostaria de estar interligado com o PTT de São Paulo e, na minha empresa em Natal, hoje tenho 40% do meu tráfego trocando no PTT Natal", declarou o presidente da Abrint, Erich Matos Rodrigues, que também diretor da operadora potiguar Interjato. "É realidade do nosso mundo IP e acho que vai mexer no mercado porque quanto mais perto o conteúdo fica dessas redes, ficamos mais competitivos", disse, durante painel na ABTA 2015 nesta quinta, 6.

Rodrigues afirma que esteve esta semana com o NIC.br para perguntar como seria possível ajudar na ampliação da quantidade de PTTs - atualmente são 25 no País, mas a entidade espera chegar a 40 até o final do ano. São necessárias parcerias, com empresas cedendo espaço em locais onde seja estratégico construir o ponto. Ele acredita que, uma vez com o PTT construído, as CDNs também serão instaladas, já que é do interesse dos provedores de conteúdo estarem próximos do usuário.

Mas o executivo da Abrint e da Interjato diz que poderia haver maior colaboração para essa infraestrutura de troca de tráfego, sugerindo participação de operadoras ou da Telebras para realizar a interligação de PTTs. "Isso seria uma revolução no mercado IP e consequentemente na qualidade de acesso para todos", declara, lamentando não haver uma política de governo direcionada para esse fim.

Satélite

Naturalmente, há uma concentração de tráfego sendo direcionado a São Paulo, onde o PTT do NIC.br é, de longe, o mais acessado. E há dificuldade para se chegar lá, especialmente de provedores em locais distantes da capital paulista. Há a opção de compartilhamento de sinal de satélite, o "headend in the sky", para distribuir para várias operadoras em pontos remotos e não conectados entre si. "Hoje temos um projeto, não via banda Ku, mas banda C, porque sabemos que a banda Ku não aguenta oscilações de clima em país tropical, e a banda C é mais robusta", declara o presidente da ISP do interior paulista Life, Luis Eduardo Martins.

O consultor e ex-CEO da iON TV e da associação de operadores regionais Unotel, Alexandre Britto, acredita que o modelo é viável, apesar de ser um projeto antigo - fora anunciado há 20 anos pela norte-americana TCI, embora na época não tenha sido bem sucedido. "Pode ser via banda C ou banda Ku, que tem mecanismos de proteção e segurança muito fortes, mas talvez hoje possa atender ao modelo de PTT", declara. Para Britto, o modelo com DTH deve seguir alguns cuidados. Um deles é um pacote mais simples, eventualmente até sem os canais mais caros. Também a tecnologia deve ser mais barata, com caixas simples. "É uma solução para quem ainda não tem como entrar com vídeo em cima da fibra", disse ele, fazendo o balanço das lições aprendidas com a iON TV

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IPTV é para quem pode, DTH para quem precisa http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/iptv-e-para-quem-pode-dth-para-quem-precisa/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/iptv-e-para-quem-pode-dth-para-quem-precisa/#comments Thu, 06 Aug 2015 22:12:07 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241235?noticiario=TT satellite-antennas-on-balcony-1472286-640x480

Para o pequeno provedor de Internet (ISP), a possibilidade de oferecer serviço de TV está atualmente com duas vertentes: por satélite (DTH), que oferece maior cobertura em regiões remotas; e por fibra (com IPTV), infraestrutura que tem se tornado cada vez mais barata e que garante maior capacidade alinhada com estratégia de banda larga. Há os dois tipos de caso, e opiniões divergem de acordo com a experiência de cada empresa, como foi discutido durante o último dia do Congresso e Feira ABTA 2015, em São Paulo, nesta quinta-feira, 6.

O consultor e ex-CEO da iON TV e da associação de operadores regionais Unotel, Alexandre Britto, defende a utilização do satélite ao justificar que a maior parte dos provedores que não pode contar com uma infraestrutura de fibra. "Mesmo que tenha (capilaridade de fibra), ainda há clientes que são rádio, e eles não vão poder tirar proveito algum do IPTV. Acho que a curto e médio prazo, a solução ainda é o DTH", declarou ele.

Britto explica que, quando foi aprovada a Lei do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC), houve expectativa grande de poder concorrer com grandes operadoras, mas que isso foi "um grande erro" - a sugestão agora é "começar pequeno, pensando pequeno, para ter potencial de entrada no cliente final". É uma estratégia de poder competir com um triple-play, ainda que começando "com caixa bem baratinha, lineup bem enxutinho". Na avaliação do executivo, é inviável para um ISP instalar um DTH ou headend de maneira individual, precisando de um agente "agregador, não só no sentido tecnológico de enviar sinal de satélite, mas de fazer negociação de conteúdo, sistema próprio, negociação em escala para equipamento e set-top box".

O presidente da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), Erich Matos Rodrigues, diverge dessa posição. Para ele, o DTH é "mais como solução de contenção do que propriamente como negócio; quem está fazendo é para ser triple-play". O executivo diz ter dúvidas se não seria melhor oferecer a tecnologia como um negócio sustentável, e não apenas como argumento de retenção.

Rodrigues afirma que há 2,2 milhões de acessos fornecidos por ISPs, sendo 75% com rádio ("mas esse número já foi de 90%"). Desse total, 500 mil seriam de fibra, ou de fibra até o poste. "E o número vem crescendo, já existem clientes registrados na Anatel em 152 cidades atendidas com fibra", destaca. Vale lembrar a afirmação do diretor geral da associação NeoTV, Alex Jucius, na quarta-feira, 5, quando disse que os ISPs já superam as grandes operadoras na quantidade de fibra adquirida de fornecedores.

Fibra é carne de vaca

Uma das operadoras que comemora a infraestrutura ótica é a Life, operadora de Marília e mais sete cidades do interior de São Paulo que investe em fibra até a residência (FTTH) e, por meio dessa rede, IPTV em três dos municípios atendidos. O presidente do ISP, Luis Eduardo Martins, explica que não foi uma decisão simples escolher a plataforma, e houve atropelos com problemas de firmware, atualizações, fornecedores e modelos. "Mas hoje a gente conseguiu amadurecer e para nós temos 1.000% de certeza que acertamos no modelo", assegura. Segundo o executivo, os assinantes destacam a qualidade de imagem, rendendo uma nota 9,13 segundo auditoria interna. A companhia tem parceira com a Cianet para desenvolvimento e fornecimento do set-top box e seu sistema.

Martins acredita que a infraestrutura ótica tem proporcionado resultado, recomendando esse modelo (que também utiliza headend compartilhado) para pequenos provedores. "Eles realmente estão construindo rede, vão poder ter serviços de IPTV de qualidade e tenho certeza absoluta de que esse é o futuro", declara. "Fibra tem se tornado carne de vaca (no universo dos pequenos provedores)", completa.

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Qualcomm compra fabricante de semicondutores para banda larga http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/qualcomm-compra-fabricante-de-semicondutores-para-banda-larga/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/qualcomm-compra-fabricante-de-semicondutores-para-banda-larga/#comments Thu, 06 Aug 2015 21:57:35 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241242?noticiario=TT Semicondutor

    A fabricante de chipsets Qualcomm anunciou nesta quinta-feira, 6, a aquisição, por meio de sua subsidiária Qualcomm Atheros, da Ikanos Communications, fabricante de semicondutores para banda larga. Conforme os termos do acordo, a Qualcomm comprará todas as ações em circulação da Ikanos por US$ 2,75 a ação, além de assumir a dívida de capital da companhia. A transação deve ser concluída até o fim deste ano e está sujeita às condições habituais de fechamento. Em um comunicado, a companhia afirma que a aquisição expandirá o portfólio da Qualcomm Atheros, com a adição de tecnologias de acesso em banda larga e modems de alta performance para experiências de conexões domésticas (gateways residenciais). "A combinação do portfólio de gateway doméstico da Qualcomm Atheros, incluindo Wi-Fi, e tecnologias de comutação Ethernet, com a avançada tecnologia de modem por cabo da Ikanos, vai criar uma solução completa para uma ampla gama de produtos de gateways residenciais", afirmou Rahul Patel, vice-presidente sênior e gerente geral de conectividade da Qualcomm.  ]]>
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A exemplo da Netflix, ClaroVideo também aposta em conteúdos originais http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/a-exemplo-da-netflix-clarovideo-tambem-aposta-em-conteudos-originais/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/a-exemplo-da-netflix-clarovideo-tambem-aposta-em-conteudos-originais/#comments Thu, 06 Aug 2015 21:54:32 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241225?noticiario=TT conteudo multimidia

O serviço de streaming de conteúdos over-the-top (OTT) do grupo América Móvil, o ClaroVideo, está seguindo os passos da Netflix e da Hulu e apostando em séries originais. O CEO da América Móvil Content Office, unidade do grupo mexicano que vem desenvolvendo produtos na área de distribuição de conteúdo, Andres Vazquez del Mercado, explica que não chegam a ser superproduções como as do Netflix, mas são boas iniciativas que devem ter bastante apelo para a operação latino-americana do ClaroVideo. O executivo participou de painel no Congresso e Feira ABTA 2015 nesta quinta, 6. A primeira produção original do OTT da América Móvil é uma comédia com 13 episódios que está sendo rodada no México pelo produtor e diretor mexicano Fernando Sariñana. A série narra histórias de motoristas que são presos pela polícia mexicana por dirigirem bêbados e não passar no teste do 'bafômetro'. No México, esses motoristas não são levados para a cadeia, mas sim detidos em um lugar em separado até que estejam sóbrios – lugar este que recebe o apelido de 'El Torito' pelos mexicanos e que dá nome à série. "A produção está sendo finalizada e devemos lançar a série nos próximos meses", revela del Mercado. Segundo ele, todos os episódios de "El Torito"serão disponibilizados de uma única vez no ClaroVideo. Uma segunda série já está programada para lançamento no começo de 2016. "Ainda não posso dar detalhes porque ainda estamos em processo de fechar os contratos para a produção, mas adianto que será um drama e essa produção sim terá um orçamento maior", revela o executivo. Estratégia A opção por produções originais deve acirrar a competição do ClaroVideo com a Netflix. Vale lembrar que por questões regulatórias a América Móvil estava vedada de oferecer serviço de TV por assinatura no México e o lançamento de um OTT próprio foi a alternativa que a operadora mexicana encontrou para adicionar valor ao serviço de banda larga. "Chegamos a considerar parceria com OTTs existentes, mas a verdade é que eles trabalham com margens muito pequenas e não teriam condições de absorver os custos para sustentar uma rede com uma base predominantemente pré-paga, como é o caso da América Latina. Então, tivemos de criar o nosso", revela. Para o executivo, a deficiência imposta pela regulação no México ajudou a operadora e desenvolver novas capacidades. "Não somos mais tão 'dumb pipes'. Às vezes gastamos US$ 150 só para trazer um novo cliente e estamos oferecendo mais produtos e serviços para mantê-lo". A América Móvil, nas palavras do executivo, passou a enxergar a banda larga como a espinha dorsal de seu negócio, e não mais um serviço de valor adicionado, com a necessidade construção de redes robustas para suportar não apenas vídeos em HD, mas novos serviços com a casa conectada, como telepresença em HD nas residências. "O investimento que precisamos fazer em infraestrutura para prover serviços de banda larga é enorme e o vídeo é o serviço mais importante. Bundling é o nome do jogo", diz. Acordos de exclusividade O OTT da Claro foi criado em cima da estrutura adquirida da DLA, que originalmente negociava conteúdos para a TV por assinatura. Para deixar o serviço mais atrativo, o ClaroVideo também negocia exclusividade de conteúdos de canais na América Latina na primeira janela após a exibição na grade da TV paga, como uma espécie de catch-up. "Conseguimos exclusividade de algumas séries, como 'Señorita Pólvora', da Turner, e 'Mozart in the Jungle', da Amazon", diz. Esses acordos de exclusividade valem para o México e para o restante da América Latina. No Brasil, entretanto, as programadoras trabalham com grades diferentes, também por conta da barreira do idioma, com a necessidade de dublar e legendar conteúdos para o Português. "No Brasil o ClaroVideo funciona mais como um complemento para os conteúdos do Now (serviço de VOD da Net), porque conseguimos negociar muitos títulos dos grandes estúdios para o serviço para toda a região". De acordo com o executivo da América Móvil, o ClaroVideo é o segundo OTT no México em base de assinantes. "Estamos em segundo lugar, bem perto da base do Netflix", garante del Mercado. Estima-se que o Netflix tenha cerca de 1,5 milhão de assinantes do México.]]>
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Para Media Networks, mercado de banda ka deve ser explorado pelo segmento corporativo http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/brasil-deve-ganhar-novos-servicos-via-banda-ka/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/brasil-deve-ganhar-novos-servicos-via-banda-ka/#comments Thu, 06 Aug 2015 21:46:38 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241239?noticiario=TT antena (1)

Leandro Gaunszer, country manager da Media Networks (que administra infraestrutura satelital no Brasil e que opera a capacidade de banda larga em banda ka do satélite Amazonas, da Hispasat), acredita que o mercado de banda larga via satélite no País deve ver o reposicionamento de prioridades, se tornando mais focado no mercado corporativo e no provimento de capacidade de backhaul. Como clientes, ele indica ter dois novos operadores que utilizarão essa capacidade. Os prestadores já contam com estrutura de rede e devem expandir a sua área de atuação com o satélite. O serviço deve ser oferecido majoritariamente para o mercado corporativo. “O custo do equipamento torna difícil lançar o serviço para o mercado residencial, mas o custo da assinatura para o consumidor final é competitivo”, explica. Originalmente a Media Networks tinha um acordo de prover toda a sua capacidade com a empresa goiana ViaSat Brasil, mas o projeto não teve os resultados esperados e o acordo de exclusividade foi desfeito. Além dos clientes da Media Networks, a Hughes prepara o lançamento de um serviço de banda ka, bem como a Brastrading (ex-acionista da ViaSat Brasil, possivelmente com a capacidade satelital em banda Ka da Eutelsat). A Star One (Embratel) terá capacidade em banda ka quando o satélite Star One D1 for lançado, no final de 2017, mesmo ano em que a Yahsat planeja ter serviços no País com a tecnologia. E, por fim, a Telebras terá capacidade em banda Ka quando seu satélite (SGDC) for lançado, em 2016. O tema estará em discussão no Congresso Latinoamericano de Satélites, a ser realizado no Rio de Janeiro nos dias 15 e 16 de outubro. Mais informações pelo site www.convergecom.com.br/eventos.]]>
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Operadores pedem flexibilidade a programadores http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/operadores-pedem-flexibilidade-a-programadores/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/operadores-pedem-flexibilidade-a-programadores/#comments Thu, 06 Aug 2015 21:24:52 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241192?noticiario=TT Foto: Bob Smith/FreeImages.com

Queixa antiga, a dificuldade na negociação com as programadoras foi também tema de debates na ABTA 2015, que ocorreu nesta semana, em São Paulo. O diretor geral da associação NeoTV, Alex Jucius, defendeu uma flexibilidade maior no empacotamento para combater não apenas as plataformas over-the-top (OTT), mas também a pirataria. "Talvez ter uns oito canais a R$ 19,90 ou R$ 29,90. São preços de Netflix, mas teria oportunidade de fazer pacote menor se os programadores dessem a chance de se testar distribuição diferenciada", sugere.

Não é a visão do gerente de marketing e produto da Net, André Guerreiro. "Por R$ 19 não fecha a conta, não consigo colocar na rua, não é viável, nem mesmo se fosse com zero canal", retrucou ele durante o debate. Diretor de marketing da Algar Telecom, Márcio de Jesus Silva concorda que esse valor não se encaixa na realidade de sua operadora, mas pensa em outra forma de tentar capturar esse cliente de baixa renda. "Se pensar que nos R$ 400 que o cliente pagaria pelo aparelho pirata, o cliente poderia nos pagar pela infraestrutura", diz ele, referindo-se ao preço de um set-top box pirata vendido no comércio do centro de São Paulo.

Uma alternativa para chegar à classe C, na visão do diretor de produto residencial da Oi TV, Ermindo Netto, é investir em outro modelo de negócios. "Tem dois caminhos: primeiro, só depende de operadoras ao pensar produtos novos na configuração que se tem hoje, e por isso a Oi acredita em pré-pago porque ajusta o produto para o consumidor final", exemplifica. Há o problema de ter que repassar o custo do set-top box ao cliente, mas ele acredita ser algo contornável.

Por outro lado, a negociação para a programação continua a ser uma barreira. "Outra opção é oferecer menos canais, mais customizado, mas precisamos de agentes da indústria de TV para chegar a um consenso", diz. Netto ressalta que a estratégia da Oi ao trazer grande capacidade satelital passa pela distribuição de conteúdo regional, que permite captar novos recursos e fidelizar clientes. Mas ele reclama do custo para inserir canais abertos digitais nos set-top boxes. "A discussão sobre a cadeia de valor vai ter que acontecer porque o ambiente da TV tem quatro ou cinco agentes: produtor de conteúdo, programador, operadora, agência reguladora e cliente; mas a finalidade dos quatro primeiros é atender ao último, então eles têm que chegar a um consenso."

A concorrência com a pirataria e com a oferta de conteúdos over-the-top não ajuda, mas, sobretudo, a reclamação é com o preço do conteúdo repassado para as operadoras. "É um cenário de 50% de despesas recorrentes, certamente igual para pequenos e grandes, e em qualquer indústria não dá para ter metade dos custos para uma coisa só", detalha o diretor da Oi.

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Cresce a popularidade das plataformas OTT das operadoras http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/cresce-a-popularidade-das-plataformas-ott-das-operadoras/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/06/08/2015/cresce-a-popularidade-das-plataformas-ott-das-operadoras/#comments Thu, 06 Aug 2015 21:19:14 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241229?noticiario=TT OTT SVOD

Principal aposta de programadores e operadores para enfrentar a concorrência de serviços como Netflix, as plataformas OTT próprias de VOD e TV everywhere estão se tornando cada vez mais relevantes para o público. Em painel promovido na ABTA 2015 nesta quinta, 6, representantes de algumas das principais empresas do mercado de TV paga brasileiro apresentaram os resultados do investimento nas plataformas. Os números indicam rápido crescimento na adesão aos serviços. De acordo com Flávia Heshcker, gerente geral da Rede Telecine, a quantidade de transações de conteúdo premium em 2015 foi três vezes maior que as apresentadas nos quatro anos anteriores juntas. "Acho que esse é o ano em que o consumidor está começando a entender a quantidade de opções que ele tem disponível. Dentro do conteúdo que acabou de sair do cinema, levamos quatro anos para chegar a 3 milhões de transações, e nesse ano de 2015 deveremos ter 9 milhões", disse. Segundo Heshcker, ao unificar as métricas de audiência, a Rede Telecine concluiu que 20% da audiência de seus filmes vêm de plataformas sob demanda. "A gente percebe que mesmo em um ano de crise, em que percebemos efeitos no linear, o transacional continua crescendo". O set-top box, disse, é "disparado" a plataforma preferida do assinante para o consumo do conteúdo sob demanda. Entre as plataformas de TV everywhere, 53% do consumo estão nos dispositivos móveis. "Quando ele pode escolher, ele vai usar o set-top box que está conectado na TV, na melhor tela possível. Quando ele não tem essa opção, ele opta pelas plataformas móveis". Ainda de acordo com Heshcker, usuários de Android respondem pela maioria (57%) dos downloads de aplicativos de TV everywhere. No entanto, o usuário de iOS consome muito mais conteúdo. Segundo Márcio Carvalho, gerente de marketing e produtos da Net, o Now, plataforma VOD da operadora, já corresponde a 20% do tempo total que o assinante passa assistindo TV. "O grau de conhecimento da experiência e de uso dessas plataformas acelerou radicalmente nesses quatro anos de Now. E é importante dizer que esse crescimento não segue constante, estagnado - ele está acelerando". Como exemplo, ele cita o filme "50 Tons de Cinza", lançado na plataforma há cerca de duas semanas. O título se tornou o mais assistido na história do Now, com 1,2 milhão de acessos. De acordo com Carvalho, a plataforma tem hoje audiência de 40 milhões de visualizações mensais. "É uma transformação muito positiva pois segue sendo TV no sentido que a maioria absoluta do consumo está dentro da TV, dentro da sala na tela principal da casa, mas também tem a flexibilidade de estar disponível para o consumidor onde e quando ele quiser. É uma transformação sem volta e veio para ficar", diz.]]>
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Crise pode ser enfrentada com criatividade, dizem especialistas http://convergecom.com.br/teletime/05/08/2015/crise-pode-ser-enfrentada-com-criatividade-dizem-especialistas/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/05/08/2015/crise-pode-ser-enfrentada-com-criatividade-dizem-especialistas/#comments Thu, 06 Aug 2015 01:49:14 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241050?noticiario=TT ideia luz

A situação econômica tem que ser enfrentada com criatividade, mas algumas operadoras mostram que tomaram decisões mais sustentáveis do que outras, na visão de especialistas durante debate na ABTA 2015. Para o diretor executivo de telecom, mídia e tecnologia do Santander, Valder Nogueira, a estratégia de grupo "bem centrada e capilar" o separa mais da concorrência. "A mensagem é muito clara: na decisão de planejamento estratégico, vemos como isso afeta o balanço das empresas. Mesmo que em um primeiro momento você perca dinheiro em um de seus braços, a estratégia de grupo vale muito a pena", disse ele se referindo a investimentos em dados.

Nogueira cita o possível aumento do Fistel como uma das variáveis nessa equação, o que deixa analistas com "um ponto de interrogação para a estabilidade da base". Essas dificuldades, que atualmente unem o setor, não significam que as empresas vão manter a união e evitar uma guerra de preços eventual. "Nos meus números, a gente tem aproximação por causa da dor, mas a gente sabe que a dor passa", declara. "Quem tem mais bala na agulha vai deixar todos os outros sangrarem." Não apenas a resiliência da receita, mas também o custo para retenção do cliente é levado em conta.

Na análise do executivo do Santander, o mercado "do tamanho que está hoje, não fica, e em número de participantes, diminui". A consolidação ainda não teria atores definidos, mas ele acredita que, nas conversas de bastidores, essa movimentação está muito clara. "Câmbio pesa, resiliência pesa, apetite de estrangeiro também." Já sobre o endividamento, é possível "fazer negócio" com empréstimos de banco que pesem sobre as contas das operadoras, na avaliação dele. Indagado em qual melhor opção de compra para investidores, ele disse que, no momento, a recomendação é pela Telefônica, "mais pelo jogo das partes do que qualquer outra coisa".

Visão de operadoras

A crise, até o momento, ainda não interfere nas vendas da Net, segundo afirmou a diretora de planejamento financeiro da empresa, Karina Gonçalves. Não significa que ela considere o momento confortável. Quando perguntado qual seria o limite para a sobrevivência do setor frente à desvalorização cambial, Karina disse: "Talvez onde estamos agora, além disso ficaria complicado". Ela explica que o orçamento previsto para esse ano considerava o dólar com menor valor. "A partir de agora, ultrapassando a barreira de 30% de variação, já começa a ficar bem mais complicado."

Diretor de marketing da Algar Telecom, Márcio de Jesus Silva diz que a operadora passou a adotar "política de crivo mais intenso" na aquisição de clientes. "O perfil com mais propensão ao churn a gente tenta ser mais cauteloso, pois o custo de aquisição subiu e o payback é longo, a gente precisa ter maior cautela", justifica.

Para a Oi, a perspectiva para os próximos 18 meses é pessimista no cenário macro, mas ainda há espaço para crescer, sobretudo na TV por assinatura. "Quando se olha o PIB per capita, países têm penetração de TV na casa dos 60%, duas vezes mais do que nós, e na Argentina, com 80%, é ainda mais elástica. Mesmo sem geração de novos valores, sem aumento da riqueza nacional, só com o status que temos hoje, ainda tem muita oportunidade de penetrar a TV", declarou mais tarde o diretor de produto residencial da Oi TV, Ermindo Netto, em painel sobre churn e fidelização. Uma saída é repensar o produto, mas endereçando as demandas de um consumidor mais exigente. "Oferecer alta definição para o cliente novo ou da base é notoriamente estratégia de retenção e angariação de clientes novos."

Apesar das medidas para se precaver, o gerente de marketing e produto da Net, André Guerreiro, lembra que a evolução do setor precisa ser considerada. "A necessidade de TV por assinatura e Internet é um fato, então não tem como o negócio andar para trás. Tem transição com crise e governo, mas vai passar", declarou. "A gente já passou por coisa muito pior."

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Standard & Poor's recua em nota da Net http://convergecom.com.br/teletime/05/08/2015/standard-poors-recua-em-notas-da-net/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/05/08/2015/standard-poors-recua-em-notas-da-net/#comments Thu, 06 Aug 2015 01:40:32 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241070?noticiario=TT logo net

Na semana passada a agência de créditos Standard & Poor's divulgou avaliação dos papéis da Net Serviços como BBB+ em escala global e brAAA em nível nacional. Entretanto, na segunda-feira, 3, a agência precisou recuar, a pedido da própria operadora, por ter sido incorporada pela Claro em dezembro, virando subsidiária integral a partir de 27 de março deste ano.

Antes disso, a S&P afirmou que a previsão em escala global para a nota de crédito da Net era negativa "porque a nota da Net estava no máximo de dois pontos acima do rating de câmbio brasileiro (BBB-/Negative/A-3)", de acordo com a metodologia do grupo. Em escala nacional, entretanto, o outlook ficou estável porque mesmo com o downgrade da nota de crédito do Brasil, e consequentemente da Net, a nova nota ainda correlacionava à do Brasil em escala nacional (brAAA).

A agência ainda afirma que a Net é um ativo "altamente estratégico" da América Móvil e que considera "improvável" que a controladora mexicana a venda em curto prazo. Assim, ela considera que o cenário provável é a de receber apoio da AMX, até pela importância para a estratégia do grupo no Brasil em longo prazo.

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ISPs compram mais fibra que operadoras grandes, diz NeoTV http://convergecom.com.br/teletime/05/08/2015/isps-compram-mais-fibra-que-operadoras-grandes/?noticiario=TT http://convergecom.com.br/teletime/05/08/2015/isps-compram-mais-fibra-que-operadoras-grandes/#comments Thu, 06 Aug 2015 01:01:07 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241067?noticiario=TT Criptografia quântica

Visando garantir a fidelização do usuário atendendo à demanda de velocidades de Internet maior, os pequenos provedores (ISPs) estão investindo mais na infraestrutura ótica. Segundo o diretor geral da associação NeoTV, Alex Jucius, "hoje os operadores menores compram mais fibra que os grandes". Ele explica que são provedores regionais que, com capital próprio, investem em lugares que não são interessantes para os grandes.

Muitas vezes, a infraestrutura nasce de forma tímida. "A empresa conecta um ou outro, acha legal e faz um backbone mais estruturado", declarou ele em conversa com jornalistas nesta quarta, 5, durante a ABTA 2015. São ISPs que estão com dinheiro para investir e, em vez de procurar expandir o portfólio com TV por assinatura, primeiro investem em fibra para conseguir garantir uma infraestrutura mais à prova de futuro, se possível com fibra até a residência (FTTH). Usam ainda rede alugada, até por haver dificuldade na instalação, como as disputas no aluguel de postes e no direito de passagem.

A expansão cada vez maior da última milha com fibra não significa necessariamente que há um grande movimento em direção à adoção do IPTV. "A Anatel tinha expectativa que tivéssemos 200 ou 300 operadores prestando (IPTV), mas na NeoTV a gente lançou 15 em dois anos, com mais 20 para lançar", declara Jucius. As dificuldades passam por custo alto de programação e a falta de experiência em lidar com a Lei do SeAC e com o próprio mercado. "Mas aqui (no evento) tem cada vez mais operadores regionais com 20 mil ou 10 mil assinantes que já têm capacidade para investir em fibra e IPTV", garante.

"Cada vez mais, muitas empresas que nos procuram perguntam se devem lançar TV. Aí a gente fala para lançar fibra primeiro, porque TV tem menos margem. Primeiro fideliza o assinante, e aí monetiza a fibra lançando TV", explica. Há oportunidade inclusive para realizar compartilhamento de headend com provedores vizinhos. Outra possibilidade sugerida pelo diretor da NeoTV é a de, enquanto não puder ofertar TV linear, tentar parceria com empresas over-the-top (OTT) e capacitar a rede com velocidades finais para que o usuário possa ter esses serviços.

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