Converge Comunicações http://convergecom.com.br Wed, 12 Aug 2015 12:18:53 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=4.2.4 Além de moda, há alguma vantagem em implantar um escritório de projetos? http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/alem-de-moda-ha-alguma-vantagem-em-implantar-um-escritorio-de-projetos/ http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/alem-de-moda-ha-alguma-vantagem-em-implantar-um-escritorio-de-projetos/#comments Wed, 12 Aug 2015 00:12:38 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241845 Alberto Parada

Definido como departamento que tem por missão de manter uma visão integrada do plano estratégico em toda a cadeia de valor da organização e o objetivo de garantir a implementação dos projetos dentro do prazo e custo definidos, o PMO (Project Management Office) ou escritório de projetos virou moda na maioria das organizações, todo diretor de tecnologia que se prese tem um em sua estrutura. Virou moda porque tudo que se faz atualmente nas organizações é projeto e todo mundo é gerente de projetos, e a maneira de controlar e conseguir informações sobre o seu andamento é colocar um grupo de pessoas controlando tudo a todo momento. Na maioria das organizações o PMO (nome equivocado que foi dado ao chefe do escritório de projetos), tem um poder quase de senhor de engenho, “pode mandar prender e soltar”, transmite medo a todos, dita regras e pune com rigidez quem não as cumpre. Para quem já trabalhou em projetos sabe das dificuldades em entrega-los respeitando integralmente o que foi contratado, ter alguém fiscalizando tudo que se faz com o objetivo único de punir não é a melhor forma de se alcançar o sucesso. A moda passa é o que é bom permanece, a maturidade conquistada depois de anos de insucesso nos projetos em contra partida dos benefícios alcançados pelas empresas que corrigiram suas rotas e ajustaram seus escritórios de projetos para auxiliar e apoiar os times refletiram em melhorias de: + de 38% na estimativa de prazos; + de 33% na estimativa de esforço e custos; + de 37% na satisfação dos clientes; + de 37% no alinhamento dos projetos com as estratégias de negócio; + de 21% no time-to-market; + de 31% melhoria na qualidade; E um aumento total de 27,9% no retorno sobre o investimento. O resultado é inquestionável e convence até o mais cético dos executivos, afinal quem não gostaria de ter um aumento tão significativo no retorno do investimento em um projeto? Dificilmente encontraremos quem discorde das vantagens em implantar um escritório de projetos, mas é preciso muito cuidado, os vendedores de sonhos e resultados fáceis continuam a solta, eles prometem soluções fantásticas, rápidas com implantações simples, o que as boas práticas já provaram que não é verdade, o que é certo que para se conseguir os números acima é necessária uma grande mudança na cultura da empresa, na cabeça dos executivos e principalmente e fundamentalmente na maneira que as pessoas “acham” o que é gerenciar projetos. Alberto Parada, co-fundador do Descomplicado Carreiras (Sistema de orientação de carreira), Colunista e Palestrante especializado em carreiras, atua há mais de 25 anos como executivo no mercado de tecnologia em empresas como: Sênior, IBM, Capgemini, Fidelity, Banespa, e mais de 12 anos como Professor Universitário no Lassu-USP FAAP e FIAP. Formação em administração de empresas e análise de sistemas, com especialização em gerenciamento de projetos e mestrando em Gestão de Negócios pela FIA, voluntário no HEFC hospital de retaguarda para portadores de Câncer.]]>
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A moda do Big Data http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/a-moda-do-big-data/ http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/a-moda-do-big-data/#comments Wed, 12 Aug 2015 00:05:22 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241839 Jesus Diez

O Big Data é um dos conceitos da moda no mundo de TI. Quando revisamos a maioria das pesquisas e análises que surgem dos estudos realizados por grandes consultorias especializadas no assunto, vemos que os CIOs das empresas têm entre suas necessidades mais importantes implantar o Big Data. Por outro lado, entende-se que existe certa confusão sobre como aplicá-lo, como instalá-lo e inclusive sobre o que ele é, e primeiro devemos entender o que é Big Data. O Big Data é a gestão e a análise de enormes volumes de dados que não podem ser tratados de maneira convencional. Isso porque superam as capacidades das ferramentas de software normalmente usadas para a captura, gestão e processamento de dados. Isso faz com que seja necessário ter importantes infraestruturas, diversas tecnologias e serviços com os quais seja possível dar soluções ao processamento de grandes quantidades de dados (tanto estruturados, quanto não estruturados ou semiestruturados). Exemplos disso são arquivos de dados, imagens digitais, mensagens por redes sociais, e-mails, scanners médicos, etc. Os usuários contam hoje com uma infinidade de dispositivos através dos quais podem se conectar e acessar serviços digitais (celulares, tablets, smartphones, netbooks, notebooks, GPS, o tradicional PC, câmeras, etc). Ao mesmo tempo, as vias de acesso aos serviços se diversificaram, às redes privadas que as empresas usavam somou-se primeiro à internet e em seguida às redes de banda larga móveis. A variedade de dispositivos inteligentes, a facilidade de acesso e o consequente aumento da quantidade de usuários, e o tipo de dados (alfanuméricos, voz, vídeo, imagens, etc.) têm geraCOdo o crescimento exponencial do volume de dados que se conhece como Big Data. O objetivo do Big Data é converter dado em informação que facilite a tomada de decisões, inclusive em tempo real, para transformá-lo em uma oportunidade de negócio. As empresas já estão usando o Big Data para entender o perfil, as necessidades e o sentimento dos seus clientes sobre os produtos e serviços oferecidos. Para poder levar adiante os processos de aquisição, extração, integração, análise e intepretação dos dados, não apenas será importante contar com tecnologias que possam manejar o volume, a variedade e a velocidade, mas também com um novo modelo de processamento através do qual seja possível gerar, a partir desses dados, o valor esperado e, claro, com as ferramentas necessárias para implementação e suporte. Por que falamos em um novo modelo de processamento de dados? Basicamente, porque os métodos de análise e consulta de grandes volumes de dados são fundamentalmente diferentes das análises estatísticas tradicionais baseadas em pequenas amostras. Estes dados costumam ser mais dinâmicos e heterogêneos, e também poderíamos dizer que são mais complexos, já que na hora de analisar algum deles, pode ser necessário incorporar os metadados, ou para automatizar o processo, poderíamos ter que recorrer a definições semânticas. Podemos reconhecer, inclusive, que em determinadas situações, podem ser menos confiáveis. No entanto, mesmo nestas condições, podem ser mais úteis para o negócio do que as amostras pequenas usadas nas análises tradicionais. Além disso, este grande volume de dados interconectados forma grandes redes de informação que podem ser exploradas para compensar a falta de dados, para comparar os casos conflitantes, ou para validar sua veracidade. Quando falamos em Big Data, e falamos do volume, da variedade e da velocidade, devemos somar também duas importantes características que, por si só, são fundamentais para a tomada oportuna e eficaz de decisões, que são a veracidade e o valor deste dado. A veracidade significa a confiança dos dados, extrair dados de qualidade e eliminar aqueles que não correspondem. CIOs. Jesus Diez,  diretor sênior de produtos para Data Center da Level 3 Communications, na Venezuela.]]>
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Painel TELEBRASIL reúne autoridades e empresas em Brasília http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/painel-telebrasil-reune-autoridades-e-empresas-em-brasilia/ http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/painel-telebrasil-reune-autoridades-e-empresas-em-brasilia/#comments Wed, 12 Aug 2015 00:03:21 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241834 http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/painel-telebrasil-reune-autoridades-e-empresas-em-brasilia/feed/ 0 Como SDN e orquestração podem auxiliar a gestão na era da Internet das Coisas http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/artigos-seguranca/11/08/2015/como-sdn-e-orquestracao-podem-auxiliar-a-gestao-na-era-da-internet-das-coisas/ http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/artigos-seguranca/11/08/2015/como-sdn-e-orquestracao-podem-auxiliar-a-gestao-na-era-da-internet-das-coisas/#comments Tue, 11 Aug 2015 23:52:33 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241837 Douglas Falsarella, gerente de redes da Broadtec

Para os profissionais de rede, a Internet das Coisas (IoT) significa complexidade de bilhões de dispositivos para gerenciar. SDN e orquestração de rede podem resolver esses desafios. Um dos resultados mais intrigantes da lei de Moore acabou se manifestando na Internet das Coisas, em que tornou-se muito barato utilizar um poderoso sistema de computador, rede e sensores em praticamente qualquer dispositivo. Do lado do consumidor, desde de termostatos para relógios, sistemas de alarme, Smart TVs, geladeiras e, praticamente tudo que a imaginação conceber, poderá ser conectado à rede. Nas cidades, os setores responsáveis ??pela aplicação das leis de trânsito têm instalado câmeras e monitores de tráfego em quase toda parte, e ainda mais estão sendo planejados. Enquanto isso, os políticos e os defensores da privacidade discutem questões de tecnologia e em como podem aproveitar a Internet das Coisas. As empresas têm inúmeros usos para sensores conectados em rede. Aplicações de gerenciamento de eficiência de frota estão nas mentes dos arquitetos de TI corporativos. A GE estima que a "Internet Industrial" pode eliminar cerca de US $ 150 bilhões em desperdício. Já a Union Pacific tem utilizado sensores para determinar o desgaste nas rodas de seus trens. Por meio do monitoramento de suas condições, os trens podem trafegar em velocidades mais altas, resultando em melhor desempenho e segurança de todo o sistema. Algumas das estimativas mais otimistas sobre o efeito líquido da Internet das coisas sobre a economia, prevê que a IoT pode gerar ganhos na casa dos trilhões. Não temos certeza se o impacto econômico sobre a rede chegará aos trilhões, mas a certeza de que as redes vão crescer e tornar-se mais complexa existe, o que significa que os métodos relativamente manuais de gestão de redes ficarão economicamente inviáveis.. Scripts inteligentes e uma aderência cuidadosa aos padrões de compra corporativos não são suficientes para uma resposta adequada. A capacidade de orquestrar a operar a rede a um nível elevado que permita que o software determine a configuração correta de cada elemento da rede é um passo crítico para a realização desta tecnologia.  Novos sistemas de configuração de rede aberta e de gestão de hoje têm de ser concebido para escala IoT. O primeiro passo para gerenciar aumento da complexidade da IoT é a definição de um software para redes. O próximo passo deve ser o software de orquestração, que pode gerenciar a complexidade das redes de forma maciça, e informações sobre o desempenho agregado, facilitando a adoção de uma gestão mais holística. A história nos diz que, quando a complexidade é um problema, um sistema oferecido por um único fornecedor pode ser  a melhor maneira de gerenciá-la. Mas, junto ao gerenciamento simplificado deve vir um modelo melhor de gestão de dados e segurança, o que inviabiliza a adoção de soluções de um único fornecedor. O risco fica ainda maior para as empresas, que poderiam ficar presas a esta solução até o fim da sua vida útil. Alguém poderia argumentar que a segurança será o principal obstáculo para a realização da promessa IoT, mas as empresas de segurança já estão buscando novas formas de controlar este tipo de tecnologia. Douglas Falsarella, diretor da Broadtec.]]>
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Um novo olhar sobre a otimização da força de trabalho http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/um-novo-olhar-sobre-a-otimizacao-da-forca-de-trabalho/ http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/um-novo-olhar-sobre-a-otimizacao-da-forca-de-trabalho/#comments Tue, 11 Aug 2015 23:45:57 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241833 http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/um-novo-olhar-sobre-a-otimizacao-da-forca-de-trabalho/feed/ 0 Dell Brasil tem novo diretor de canais http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/dell-brasil-tem-novo-diretor-de-canais/ http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/dell-brasil-tem-novo-diretor-de-canais/#comments Tue, 11 Aug 2015 23:13:38 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241826 http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/dell-brasil-tem-novo-diretor-de-canais/feed/ 0 A visão consultiva do AMS para a melhoria e a inovação dos processos empresariais http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/a-visao-consultiva-do-ams-para-a-melhoria-e-a-inovacao-dos-processos-empresariais/ http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/a-visao-consultiva-do-ams-para-a-melhoria-e-a-inovacao-dos-processos-empresariais/#comments Tue, 11 Aug 2015 23:05:17 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241820 Waldir Rodrigues

 A crescente demanda do mercado por inovação faz com que as unidades de negócios das organizações exijam cada vez mais da área de TI. Com isso, a gestão das aplicações, também conhecida como AMS (Application Management Services), passa a ter um papel fundamental e diferencial na cadeia de valor da área de TI. O foco que antes era apenas em desenvolvimento de novos projetos e manutenção da disponibilidade das aplicações, passa a incluir uma visão consultiva de maturidade e gestão de serviços para a busca de projetos de transformação empresarial. O cenário para a adoção deste serviço é amplo. Quando uma empresa que gerencia suas aplicações sem nenhum processo estruturado resolve realizar uma mudança na sua governança, de certo, terá que despender de um esforço gigantesco para promover este movimento. O meio mais rápido para se atingir essa transformação é buscar apoio em uma empresa especializada, que traga já  metodologia e processos de gestão capazes de promover mudanças gerenciais e até culturais. Nas companhias mais maduras, o AMS será o impulsionador para que a TI apoie as áreas de negócios, pois se o grande desafio dos CIO´s é atender esses departamentos com prazo, qualidade, eficiência e custo, as equipes de TI precisam estar focadas nessas demandas. E isso passa a ganhar grande foco quando a gestão da operação é direcionada para um parceiro especialista, liberando a equipe de TI para estar próxima ao negócio. Enquanto isso, os recursos de TI permanecem disponíveis para atendimento das necessidades do negócio por meio de uma empresa especialista em AMS, que toma conta da operação e da evolução do ambiente, otimizando custos operacionais. Num cenário mais crítico, em que uma grande organização não consiga atender por completo todas as requisições vindas das áreas de negócios, seja por limitação de orçamento ou de pessoal, o time de AMS pode entrar em cena para evitar contratações paralelas de sistemas pelos departamentos. Como? Disponibilizando frameworks de gestão de aplicações para as diferentes áreas. Isso permitirá que necessidades não pontuais entrem num plano de implementações futuras, possibilitando que esses sistemas sejam integrados às aplicações centrais da empresa com governança, mesmo que partam de iniciativas isoladas do negócio. Mas, de certo, o que mais nos deparamos é com o conflito entre manter o ambiente disponível e estável versus o movimento de desenvolvimento para a inovação do negócio. Esta relação pode ocasionar um estrangulamento na liberação de novas aplicações ou funcionalidades para o apoio às áreas. A orientação para gerir corretamente este impasse é implantar uma metodologia robusta de entregas de pacotes, que atendam a necessidade de demanda. Ou seja, não adianta apenas desenvolver projetos de inovação. É preciso garantir que eles funcionem. Na prática, enquanto a equipe de projetos precisa entender as necessidades de negócios e trazer inovação a partir do desenvolvimento de sistemas, o time de operações tem a responsabilidade de manter essas aplicações disponíveis a partir de um ambiente estável. Para a área de projetos, quanto mais projetos liberados, mais necessidades de negócios atendidas. Para operações, quanto mais projetos liberados, mais dificuldades para absorver e suportar. Para eliminar essa lacuna entre projetos e operação, o conceito de DevOps pode trazer agilidade devido ao alinhamento entre as equipes. Na esfera de integração de equipes, é importante também lembrar da necessidade de alinhamento entre sistemas e infraestrutura. Um projeto de AMS bem implantado e bem sucedido pode apoiar as empresas, garantindo não somente a estabilidade e a disponibilidade do ambiente, que precisa ser robusto e escalável, como também orientando sobre a correta construção de uma aplicação. Além desse suporte, cabe à equipe de AMS monitorar as aplicações e a infraestrutura a fim de promover a antecipação de problemas antes mesmo que os usuários percebam. Fica claro diante de todos esses exemplos que a gestão do AMS vai além da administração das aplicações, algo que, por si só, já seria complexo. Quando falamos em melhores práticas de AMS estamos indo além deste conceito e falando de uma prestação de serviços que identifique o momento atual do cliente e as mudanças nos direcionamentos do negócio. Um contrato de AMS bem sucedido deve ter visibilidade perene junto ao cliente, mas isso não acontece sem a adaptação aos movimentos estratégicos e sem um processo de governança, que direcionará como a empresa que administra o AMS gerenciará seus serviços, bem como determinará a sua participação na cadeia de valor das áreas de negócio, sugerindo melhorias e inovações para o cliente. Waldir Rodrigues Júnior,  diretor de outsourcing da Sonda IT.]]>
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Quem é Sundar Pichai, o indiano que vai comandar o gigante Google http://convergecom.com.br/tiinside/11/08/2015/quem-e-sundar-pichai-o-indiano-que-vai-comandar-o-gigante-google/ http://convergecom.com.br/tiinside/11/08/2015/quem-e-sundar-pichai-o-indiano-que-vai-comandar-o-gigante-google/#comments Tue, 11 Aug 2015 22:58:21 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241865 http://convergecom.com.br/tiinside/11/08/2015/quem-e-sundar-pichai-o-indiano-que-vai-comandar-o-gigante-google/feed/ 0 Ações de empresas de tecnologia americanas recuam após China desvalorizar moeda http://convergecom.com.br/tiinside/11/08/2015/acoes-das-empresas-de-tecnologia-norte-americanas-recuam-apos-china-desvalorizar-moeda/ http://convergecom.com.br/tiinside/11/08/2015/acoes-das-empresas-de-tecnologia-norte-americanas-recuam-apos-china-desvalorizar-moeda/#comments Tue, 11 Aug 2015 22:56:23 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241850 shutterstock_259481030

As ações das empresas de tecnologia norte-americanas encerraram o dia em queda conforme investidores avaliavam as implicações do movimento surpresa do governo da China, que anunciou nesta terça-feira, 11, uma superdesvalorização de 1,9% de sua moeda, a maior desde o fim do regime de câmbio fixo. A desvalorização máxima neste ano até então tinha sido 0,16%. O índice Nasdaq Composite da bolsa dos Estados Unidos, que reúne as maiores companhias dos setores de alta tecnologia em eletrônica, informática e telecomunicações, fechou em queda de 1,27% nesta terça-feira, enquanto o índice Nasdaq 100, formado pelas 100 maiores empresas americanas que não estão ligadas ao setor financeiro, recuou 1,29%. As exportações chinesas caíram 8,3% nos últimos 12 meses, o que levou o Banco do Povo da China (PBOC) a promover a desvalorização do iuan. Embora, de um lado, a medida vá ajudar os exportadores para a China, por outro lado, ela vai prejudicar as empresas norte-americanas e estrangeiras em geral que fazem negócios dentro da segunda maior economia do mundo. Este cenário é que fez com que os papéis das blue chips do setor de tecnologia, como Apple, Microsoft, HP, IBM, Intel e Facebook, caíssem nesta terça-feira. A única exceção foi o Google, cujas ações fecharam o pregão tradicional em alta de 4,1%, cotadas a US$ 690,30 a ação, ainda sob o impacto positivo da ampla reestruturação administrativa anunciada na segunda-feira, 10, pela empresa. As maiores baixas do índice Nasdaq Composite foram da Apple, HP e Intel. A Apple fechou com as ações em queda de 5,2%, negociadas a US$ 113,49, após decisão chinesa de desvalorizar sua moeda. Já os papéis da HP recuaram cerca de 3%, enquanto a Intel perdeu 2,26%. Dependência chinesa A Apple foi que mais sentiu o impacto por ser bastante dependente do crescimento das vendas na China. Ou seja, ela perde dinheiro quando converte o montante obtido com as vendas na China para o dólar americano. É preciso considerar também que a desvalorização do iuan vai beneficiar os rivais chineses da fabricante, uma vez que os custos de produção ficarão mais baratos. Além disso, os smartphones da Apple estão entre os mais caros da China, por isso a desvalorização não deve encorajar a empresa a aumentar os preços para manter suas margens de lucro. Em suma, se a situação da empresa na bolsa que já não era boa, agora tende a piorar. Ações da Apple tomaram uma verdadeira surra nos últimos 20 dias, caindo 13,7% desde 20 julho. Vale lembrar que a Apple superou as estimativas de receitas e os lucros dos investidores no último balanço trimestral.]]>
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Gentiva Health Services obtém ROI 751% ao migrar solução para a computação em nuvem http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/gentiva-health-services-obtem-roi-751-ao-migrar-solucao-para-a-computacao-em-nuvem/ http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/gentiva-health-services-obtem-roi-751-ao-migrar-solucao-para-a-computacao-em-nuvem/#comments Tue, 11 Aug 2015 22:49:05 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241818 http://convergecom.com.br/tiinside/services/11/08/2015/gentiva-health-services-obtem-roi-751-ao-migrar-solucao-para-a-computacao-em-nuvem/feed/ 0 Privacidade: Especialistas defendem agência reguladora de dados pessoais http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/privacidade-especialistas-defendem-agencia-reguladora-de-dados-pessoais/418663/news.aspx http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/privacidade-especialistas-defendem-agencia-reguladora-de-dados-pessoais/418663/news.aspx#comments Tue, 11 Aug 2015 22:46:05 +0000 http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/privacidade-especialistas-defendem-agencia-reguladora-de-dados-pessoais/418663/news.aspx O professor de direito e tecnologia da Escola Politécnica da USP Gustavo Artese defendeu a criação de uma agência reguladora específica para tratar de proteção de dados pessoais, em seminário na Câmara dos Deputados. Ele disse que o tema é tratado em alguns projetos em tramitação no Congresso e em um anteprojeto em elaboração no Ministério da Justiça. "No entanto, nenhuma dessas propostas prevê um órgão que fiscalize, eduque e colabore com as empresas nas questões de privacidade do consumidor", afirmou.

Artese avalia que hoje o Brasil tem uma proteção relativa em relação à Internet, por conta da aprovação do Marco Civil, mas que, de forma geral, "ainda estamos atrás de outros países na questão de proteção da privacidade dos cidadãos".

No seminário foram apresentadas as experiências do Canadá e da Colômbia, países que têm uma agência específica para tratar da proteção de dados e privacidade. Segundo Jennifer Stodart, que foi comissionária de privacidade do Canadá entre 2003 e 2013, uma agência tem que ser bem financiada, independente e contar com um corpo técnico preparado.

A experiência canadense é considerada bem sucedida, uma vez que, além de proteger dados do indivíduo, também foi capaz de construir uma doutrina de boas práticas. Essas regras foram adotadas, por exemplo, por empresas como Google Maps e Facebook, que se adequaram às exigências, como a que proíbe a publicação de fotos das pessoas nas ruas sem a devida autorização.

A Colômbia, um dos países que mais avançou na regulação da proteção de dados na América Latina, também conta com uma agência reguladora. Uma das questões levantadas pelo delegado do Ministério da Indústria e Turismo daquele país, Jose Durana, foi a ampla discussão sobre privacidade, com a participação dos diversos setores da sociedade.

O diretor-executivo da norte-americana Information Accountability Foundation, Martin Abrams, destacou que uma política de dados deve buscar o equilíbrio entre a proteção da privacidade e o necessário fluxo de informação.

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Serviços móveis: Acel entra no STF contra obrigação de instalar de bloqueadores de celular em presídios do MS http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/servicos-moveis-acel-entra-no-stf-contra-obrigacao-de-instalar-de-bloqueadores-de-celular-em-presidios-do-ms/418662/news.aspx http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/servicos-moveis-acel-entra-no-stf-contra-obrigacao-de-instalar-de-bloqueadores-de-celular-em-presidios-do-ms/418662/news.aspx#comments Tue, 11 Aug 2015 22:40:35 +0000 http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/servicos-moveis-acel-entra-no-stf-contra-obrigacao-de-instalar-de-bloqueadores-de-celular-em-presidios-do-ms/418662/news.aspx A Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) está questionando, no Supremo Tribunal Federal (STF), a Lei nº 4.650, do Mato Grosso do Sul, que obriga as operadoras de celular a instalar bloqueadores de sinais de radiocomunicação nos estabelecimentos penais do Estado. A entidade ajuizou ação direta de inconstitucionalidade, com pedido de liminar para suspensão da norma antes do julgamento do mérito.

A Lei estadual 4.650/2015 dá prazo de 180 dias para a instalação dos bloqueadores, a fim de impedir a comunicação por telefones móveis no interior dos presídios. A lei ainda obriga as operadoras a prestar serviços de manutenção e atualização tecnológica dos equipamentos e impõe multas de até R$ 1 milhão por estabelecimento, no caso de descumprimento.

Para a associação, a lei usurpa competência legislativa privativa da União, prevista nos artigos 21 (inciso XI) e 22 (inciso IV) da Constituição Federal, que diz respeito à competência desse ente para explorar e disciplinar os serviços de telecomunicações.

Além disso, a norma cria obrigações não previstas nos respectivos contratos de concessão de serviço para as concessionárias de serviços de telecomunicações, o que não se coaduna com as disposições relativas ao tema previstas no texto constitucional.

A Acel também argumenta que a norma seria materialmente inconstitucional, uma vez que transfere a particulares o dever atribuído ao Estado de promover a segurança pública, "incluindo, por evidente, a segurança de seus presídios", nos termos do artigo 144 da Constituição.

O relator da Adin é o ministro Edson Fachin.

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AUNICA prevê crescer 25% no mercado de marketing digital em 2015 http://convergecom.com.br/tiinside/webinside/estrategia/11/08/2015/aunica-preve-cresce-25-no-mercado-de-marketing-digital/ http://convergecom.com.br/tiinside/webinside/estrategia/11/08/2015/aunica-preve-cresce-25-no-mercado-de-marketing-digital/#comments Tue, 11 Aug 2015 22:39:24 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241814 http://convergecom.com.br/tiinside/webinside/estrategia/11/08/2015/aunica-preve-cresce-25-no-mercado-de-marketing-digital/feed/ 0 Governo refaz contas e corta R$ 30 bilhões dos gastos previstos para o Banda Larga para Todos http://convergecom.com.br/tiinside/home/internet/11/08/2015/governo-refaz-contas-e-corta-r-30-bilhoes-dos-gastos-previstos-para-o-banda-larga-para-todos-2/ http://convergecom.com.br/tiinside/home/internet/11/08/2015/governo-refaz-contas-e-corta-r-30-bilhoes-dos-gastos-previstos-para-o-banda-larga-para-todos-2/#comments Tue, 11 Aug 2015 22:37:30 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241877 http://convergecom.com.br/tiinside/home/internet/11/08/2015/governo-refaz-contas-e-corta-r-30-bilhoes-dos-gastos-previstos-para-o-banda-larga-para-todos-2/feed/ 0 Mozilla adota novos procedimentos para tornar os add-ons do Firefox mais seguros http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/tecnologia-seguranca/11/08/2015/mozilla-adota-novos-procedimentos-para-tornar-os-add-ons-do-firefox-mais-seguros/ http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/tecnologia-seguranca/11/08/2015/mozilla-adota-novos-procedimentos-para-tornar-os-add-ons-do-firefox-mais-seguros/#comments Tue, 11 Aug 2015 22:29:25 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241812 http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/tecnologia-seguranca/11/08/2015/mozilla-adota-novos-procedimentos-para-tornar-os-add-ons-do-firefox-mais-seguros/feed/ 0 Acel entra no STF contra obrigação de instalar bloqueadores de celular em presídios do MS http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/acel-entra-no-stf-contra-obrigacao-de-instalar-de-bloqueadores-de-celular-em-presidios-do-ms/ http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/acel-entra-no-stf-contra-obrigacao-de-instalar-de-bloqueadores-de-celular-em-presidios-do-ms/#comments Tue, 11 Aug 2015 22:26:23 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241781 roubo de celular

A Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) está questionando, no Supremo Tribunal Federal (STF), a Lei nº 4.650, do Mato Grosso do Sul, que obriga as operadoras de celular a instalar bloqueadores de sinais de radiocomunicação nos estabelecimentos penais do Estado. A entidade ajuizou ação direta de inconstitucionalidade, com pedido de liminar para suspensão da norma antes do julgamento do mérito. A Lei estadual 4.650/2015 dá prazo de 180 dias para a instalação dos bloqueadores, a fim de impedir a comunicação por telefones móveis no interior dos presídios. A lei ainda obriga as operadoras a prestar serviços de manutenção e atualização tecnológica dos equipamentos e impõe multas de até R$ 1 milhão por estabelecimento, no caso de descumprimento. Para a associação, a lei usurpa competência legislativa privativa da União, prevista nos artigos 21 (inciso XI) e 22 (inciso IV) da Constituição Federal, que diz respeito à competência desse ente para explorar e disciplinar os serviços de telecomunicações. Além disso, a norma cria obrigações não previstas nos respectivos contratos de concessão de serviço para as concessionárias de serviços de telecomunicações, o que não se coaduna com as disposições relativas ao tema previstas no texto constitucional. A Acel também argumenta que a norma seria materialmente inconstitucional, uma vez que transfere a particulares o dever atribuído ao Estado de promover a segurança pública, "incluindo, por evidente, a segurança de seus presídios", nos termos do artigo 144 da Constituição. O relator da Adin é o ministro Edson Fachin.]]>
http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/acel-entra-no-stf-contra-obrigacao-de-instalar-de-bloqueadores-de-celular-em-presidios-do-ms/feed/ 0
Testes de segurança para Olimpíadas 2016 já começaram http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/tecnologia-seguranca/11/08/2015/testes-de-seguranca-para-olimpiadas-2016-ja-comecaram/ http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/tecnologia-seguranca/11/08/2015/testes-de-seguranca-para-olimpiadas-2016-ja-comecaram/#comments Tue, 11 Aug 2015 22:21:14 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241790 http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/tecnologia-seguranca/11/08/2015/testes-de-seguranca-para-olimpiadas-2016-ja-comecaram/feed/ 0 Especialistas defendem agência reguladora de dados pessoais http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/especialistas-defendem-agencia-reguladora-dados-pessoais/ http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/especialistas-defendem-agencia-reguladora-dados-pessoais/#comments Tue, 11 Aug 2015 22:10:40 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241776 seguranca (7)

O professor de direito e tecnologia da Escola Politécnica da USP, Gustavo Artese, defendeu a criação de uma agência reguladora específica para tratar de proteção de dados pessoais, em seminário na Câmara dos Deputados. Ele disse que o tema é tratado em alguns projetos em tramitação no Congresso e em um anteprojeto em elaboração no Ministério da Justiça. "No entanto, nenhuma dessas propostas prevê um órgão que fiscalize, eduque e colabore com as empresas nas questões de privacidade do consumidor", afirmou. Artese avalia que hoje o Brasil tem uma proteção relativa em relação à Internet, por conta da aprovação do Marco Civil, mas disse que, de forma geral, "ainda estamos atrás de outros países na questão de proteção da privacidade dos cidadãos". No seminário foram apresentadas as experiências do Canadá e da Colômbia, países que têm uma agência específica para tratar da proteção de dados e privacidade. Segundo Jennifer Stodart, que foi comissionária de privacidade do Canadá entre 2003 e 2013, uma agência tem que ser bem financiada, independente e contar com um corpo técnico preparado. A experiência canadense é considerada muito bem sucedida, uma vez que, além de proteger dados do indivíduo, também foi capaz de construir uma doutrina de boas práticas. Essas regras foram adotadas, por exemplo, por empresas como Google Maps e Facebook, que se adequaram às exigências, como a que proíbe a publicação de fotos das pessoas nas ruas sem a devida autorização. A Colômbia, um dos países que mais avançou na regulação da proteção de dados na América Latina, também conta com uma agência reguladora. Uma das questões levantadas pelo delegado do Ministério da Indústria e Turismo daquele país, Jose Durana, foi a ampla discussão sobre privacidade, com a participação dos diversos setores da sociedade. O diretor-executivo da norte-americana Information Accountability Foundation, Martin Abrams, destacou que uma política de dados deve buscar o equilíbrio entre a proteção de dados e o necessário fluxo de informação.]]>
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Recine credencia novos projetos de digitalização e construção de complexos http://convergecom.com.br/telaviva/11/08/2015/recine-credencia-novos-projetos-de-digitalizacao-e-construcao-de-complexos/ http://convergecom.com.br/telaviva/11/08/2015/recine-credencia-novos-projetos-de-digitalizacao-e-construcao-de-complexos/#comments Tue, 11 Aug 2015 22:04:18 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241757 cinema

Portarias publicadas nesta semana no Diário Oficial da União nesta semana credenciaram projetos de digitalização e construção de complexos cinematográficos no Regime Especial de Tributação para Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica (Recine), que desonera as empresas responsáveis pelos projetos de todos os tributos federais incidentes – Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados, Contribuição para o PIS/PASEP, COFINS, PIS-Importação e COFINS-Importação. A rede Cinemark Brasil S.A credenciou projeto que prevê a construção de cinco novos complexos cinematográficos em quatro estados do País. De acordo com o projeto, ganharão novas salas de cinema os municípios de Cascavel (5) e Foz do Iguaçu (6), no Paraná; Bragança Paulista (4), em São Paulo; Garanhuns (4), em Pernambuco; e Camaçari (5), na Bahia. Com o credenciamento, a Cinemark Brasil se beneficiará da desoneração de impostos na construção de de 24 salas de cinema, com capacidade para 4.915 espectadores. A Quanta DGT, por sua vez, enquadrado se beneficiará do regime especial de tributação para adquirir equipamentos digitais que serão locados a seis empresas e instalados em 19 salas de seis complexos, localizados nas cidades de Curitiba, no Paraná; Ilha Solteira e Mococa, em São Paulo; Divinópolis, em Minas Gerais; Guarapari, no Espírito Santo; e Imperatriz, no Maranhão.]]>
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Verizon testa tecnologia que promete até 80 Gbps http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/verizon-testa-tecnologia-que-promete-ate-80-gbps/ http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/verizon-testa-tecnologia-que-promete-ate-80-gbps/#comments Tue, 11 Aug 2015 21:50:13 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241747 Fibra ótica

A operadora norte-americana Verizon anunciou nesta terça, 11, ter completado testes bem sucedidos da tecnologia de rede ótica passiva NGPON2, a evolução das redes GPON. Os testes demonstraram transmissões de até 10 Gbps no downlink, mas o padrão, que agrega múltiplos sistemas 10GPON operando em diferentes pares de comprimentos de onda, num esquema DWMD de multiplexação), pode chegar a 40 Gbps ou até mesmo a 80 Gbps de capacidade de transmissão.
O teste de campo, realizado na cidade de Framingham, gerou quatro cores, cada uma capaz de 10 Gbps de downlink e 2,5 Gbps de uplink, podendo suportar velocidades simétricas em futuras versões. Um dos testes permitiu inclusive emitir sinais NGPON2 e GPON ao mesmo tempo, na mesma fibra. A operadora afirma ter conseguido também simular uma falha no sistema, corrigida ao trocar o sinal por outro comprimento de onda.
Assim, a Verizon afirma que fará uma RFP ainda este ano para compra de hardware e software para a nova plataforma NGPON2, atualizando a rede FiOS já existente. O teste foi feito com equipamentos da Cisco e da PT Inovação, braço de tecnologia da Portugal Telecom.]]>
http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/verizon-testa-tecnologia-que-promete-ate-80-gbps/feed/ 0
Raytheon|Websense apresenta solução para segurança integrada http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/mercado-seguranca/11/08/2015/raytheonwebsense-apresenta-solucao-para-seguranca-integrada/ http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/mercado-seguranca/11/08/2015/raytheonwebsense-apresenta-solucao-para-seguranca-integrada/#comments Tue, 11 Aug 2015 21:44:12 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241780 http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/mercado-seguranca/11/08/2015/raytheonwebsense-apresenta-solucao-para-seguranca-integrada/feed/ 0 Minicom quer volta da aprovação tácita na Lei Geral das Antenas http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/minicom-quer-volta-da-aprovacao-tacita-na-lei-geral-das-antenas/ http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/minicom-quer-volta-da-aprovacao-tacita-na-lei-geral-das-antenas/#comments Tue, 11 Aug 2015 21:22:53 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241745 shutterstock_167269973

O Ministério das Comunicações está pedindo o apoio de parlamentares para reintroduzir o "decurso de prazo" na Lei Geral das Antenas com o objetivo de dar mais eficácia à norma. Isto porque, na proposta original, aprovada no Senado, após atender todas as exigências e findo o prazo de 60 dias, as licenças para instalação de antenas seriam tacitamente aprovadas. Na Câmara, tal dispositivo foi retirado e o texto voltou a ser modificado no Senado, onde a lei foi aprovada definitivamente com um dispositivo que atribuía a Anatel a responsabilidade de autorizar a prestadora realizar a instalação "em conformidade com as condições mencionadas no requerimento apresentado e com as demais regras estipuladas em lei municipal, no caso em que tenha decorrido o prazo sem decisão do órgão competente". Só que a presidente Dilma Rousseff vetou o dispositivo. A justificativa foi de que o texto feria o pacto federativo previsto na Constituição, ao transferir para órgão federal (leia-se Anatel) a responsabilidade por conceder a autorização para instalação de antenas, caso o órgão municipal não cumprisse o prazo de 60 dias para emitir a licença. Na época, o então relator da matéria, senado Walter Pinheiro (PT-BA), alterou o texto porque havia resistência para votação do projeto, em função de pareceres jurídicos, que consideraram o "decurso de prazo" como inconstitucional. Na avaliação do Minicom, foi a mudança no texto que provocou o veto. A reintrodução do "decurso de prazo" poderia ser feita por meio de projetos de leis que estão tramitando ou que seriam apresentados na Câmara dos Deputados.]]>
http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/minicom-quer-volta-da-aprovacao-tacita-na-lei-geral-das-antenas/feed/ 0
Mercado: Desaceleração da economia chinesa impactará negativamente nas vendas dos próximos iPhones http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/mercado-desaceleracao-da-economia-chinesa-impactara-negativamente-nas-vendas-dos-proximos-iphones/418650/news.aspx http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/mercado-desaceleracao-da-economia-chinesa-impactara-negativamente-nas-vendas-dos-proximos-iphones/418650/news.aspx#comments Tue, 11 Aug 2015 21:21:06 +0000 http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/mercado-desaceleracao-da-economia-chinesa-impactara-negativamente-nas-vendas-dos-proximos-iphones/418650/news.aspx http://convergecom.com.br/mobiletime/11/08/2015/mercado-desaceleracao-da-economia-chinesa-impactara-negativamente-nas-vendas-dos-proximos-iphones/feed/ 0 Publicidade: Facebook libera autorreprodução de vídeo para apps de terceiros http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/publicidade-facebook-libera-autorreproducao-de-video-para-apps-de-terceiros/418649/news.aspx http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/publicidade-facebook-libera-autorreproducao-de-video-para-apps-de-terceiros/418649/news.aspx#comments Tue, 11 Aug 2015 21:16:24 +0000 http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/publicidade-facebook-libera-autorreproducao-de-video-para-apps-de-terceiros/418649/news.aspx De olho no aumento de impressões na publicidade móvel, o Facebook liberou nesta terça, 11, uma expansão de sua plataforma Audience Network para incorporar vídeo nativo com recurso de autorreprodução diretamente em um aplicativo de terceiros. O desenvolvedor poderá contar também com recurso de otimização de resolução de acordo com a tela do dispositivo para maximizar o aproveitamento de cada impressão.

Será possível ainda incluir publicidade dinâmica de forma periódica, carrossel de até cinco imagens em cada publicidade, e vídeo do tipo "click-to-play" para quem achar a imposição do autoplay invasivo demais. Um site para desenvolvedores contém mais informações a respeito da nova forma de monetização em publicidade móvel.

 

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Publicidade: Facebook libera autorreprodução de vídeo para apps de terceiros http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/publicidade-facebook-libera-autorreproducao-de-video-para-apps-de-terceiros/418649/news.aspx http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/publicidade-facebook-libera-autorreproducao-de-video-para-apps-de-terceiros/418649/news.aspx#comments Tue, 11 Aug 2015 21:16:24 +0000 http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/publicidade-facebook-libera-autorreproducao-de-video-para-apps-de-terceiros/418649/news.aspx De olho no aumento de impressões na publicidade móvel, o Facebook liberou nesta terça, 11, uma expansão de sua plataforma Audience Network para incorporar vídeo nativo com recurso de autorreprodução diretamente em um aplicativo de terceiros. O desenvolvedor poderá contar também com recurso de otimização de resolução de acordo com a tela do dispositivo para maximizar o aproveitamento de cada impressão.

Será possível ainda incluir publicidade dinâmica de forma periódica, carrossel de até cinco imagens em cada publicidade, e vídeo do tipo "click-to-play" para quem achar a imposição do autoplay invasivo demais. Um site para desenvolvedores contém mais informações a respeito da nova forma de monetização em publicidade móvel.

 

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Gartner identifica princípios para gerenciar riscos para os negócios http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/11/08/2015/gartner-identifica-principios-para-gerenciar-riscos-para-os-negocios/ http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/11/08/2015/gartner-identifica-principios-para-gerenciar-riscos-para-os-negocios/#comments Tue, 11 Aug 2015 20:46:17 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241752 Gestão de risco

O Gartner Inc anuncia que, considerando o número crescente de ameaças na segurança de informação, os executivos de segurança e risco precisam construir organizações resilientes que suportem ataques e continuem alcançando os objetivos corporativos. Para Andrew Walls, vice-presidente do Instituto, ‘’as empresas precisam balancear seus investimentos em 60% em prevenção e 40% em detecção e resposta a ataques. A não ser que alguma aplicação específica exija uma proporção diferente’’. Para Jay Heiser, vice-presidente de pesquisa, 95% das falhas  de segurança em cloud computing serão de responsabilidade do usuário e não da tecnologia, motivo pelo qual a empresas precisam estabelecer um plano de governança estratégico  em cloud. Explicou que os CSO – Chief Security Officer estão apenas cuidando dos aspectos de implementação e requerimentos técnicos, deixando de lado os aspectos de gerenciamento e continuidade do ciclo de governança. "Antes que os profissionais de segurança e risco possam se dedicar à resiliência é importante que compreendam a intersecção de duas macrotendências que impactam a segurança corporativa: a transformação dos negócios digitais e a crescente capacidade e sofisticação dos adversários digitais”, afirma Claudio Neiva, diretor de Pesquisas do Gartner do Brasil. Tendo em vista essas tendências, o Gartner divulgou recomendações para esse cenário: Tendência número 1: Transformação dos negócios digitais A convergência de pessoas, negócios e coisas cria forças digitais que transformam os modelos de negócios. Com tantas atividades de TI acontecendo fora dos departamentos de TI, as organizações encontrarão questões críticas envolvendo privacidade, segurança e riscos. O Gartner prevê que, por volta de 2017, 50% dos gastos de TI serão realizados fora do controle do departamento tradicional de TI. Isso criará novos desafios importantes para as áreas de tecnologia e para os líderes de segurança. Tendência número 2: Crescente capacidade e sofisticação de adversários digitais A taxa de ameaças digitais continua a crescer, conforme os criminosos inovam com rapidez e desviam enormes quantias de informações privadas de corporações por meio de sua infraestrutura. Defesas tradicionais, como programas de antivírus e firewalls de rede, têm apresentado falhas ao tentar bloquear a corrente contínua de violações. Além disso, normas regulatórias e de conformidade são reativas e muito prescritivas. Para combater essas forças obscuras, as organizações precisam considerar o papel do responsável em riscos digitais como o futuro do gerenciamento de segurança e riscos de tecnologia. A resiliência é a melhor abordagem para tratar as ameaças, tanto as catastróficas como as diárias. “Ela é nosso Cruzeiro do Sul”, afirma Walls. "A resiliência não trata apenas de ameaças catastróficas, mas também de ameaças cotidianas e contínuas." Imagine, por exemplo, cidades que apresentam ocorrências de crimes, incêndios e doenças, assim como departamentos de polícia, bombeiros e hospitais. Uma tentativa de prever todos os incêndios seria inviavelmente cara e afetaria a qualidade de vida dos cidadãos. Ao invés disso, as cidades têm certos controles para evitar incêndios, recursos de detecção e resposta a emergências. “Trata-se de absorver os golpes e recuperar-se de grandes eventos, ao mesmo tempo em que se aceita certos riscos para o alcance do sucesso”, diz John A. Wheeler, diretor de Pesquisas do Gartner. Para gerenciar a segurança digital, as organizações devem adaptar-se a seis princípios de resiliência:
  1. Parar com formalismos ao focar em questões de conformidade e passar a tomar decisões baseadas em riscos
Seguir um regulamento, uma estrutura ou apenas fazer o que os auditores dizem, nunca resultou em uma proteção apropriada ou suficiente para uma organização. O “Pensamento Baseado em Riscos” compreende os principais problemas que o negócio pode encontrar e priorizar controles e investimentos em segurança para atingir os resultados de negócios esperados.
  1. Parar de proteger apenas a infraestrutura e começar a dar suporte aos resultados de negócios
A infraestrutura deve continuar a ser protegida, porém as estratégias de segurança precisam ser revistas para conseguirem atingir os resultados desejados de negócios, como o desempenho corporativo, o fornecimento de serviços públicos ou uma missão militar.
  1. Parar de ser o defensor e tornar-se um facilitador
Resista à tentação de dizer o que fazer para a equipe de negócios e decida o nível de risco adequado para a organização. Ao invés de rejeitar solicitações de negócios para transferir dados para ambientes Cloud (na Nuvem), por exemplo, trabalhe de forma eficaz com as contrapartes de negócios para entrar em acordo quanto aos níveis apropriados de segurança.
  1. Parar de tentar controlar a informação e começar a determinar como ela deve fluir
Negócios digitais introduzirão novos e massivos volumes, assim como novos tipos de informação, que devem ser protegidos adequadamente. É impossível aplicar controles apropriados para proteger os dados quando a localidade não é conhecida. Mapear os fluxos de informação se tornará uma tarefa primária de profissionais de segurança e risco de TI que tenham visão de futuro.
  1. Aceitar os limites da tecnologia e passar a focar em pessoas
A tecnologia de segurança apresenta limites. Portanto, é necessário ser capaz de moldar comportamentos e motivar as pessoas a fazerem a coisa certa, e não apenas tentar forçá-las a fazer aquilo que lhe dizem. A abordagem estratégica do Gartner quanto à segurança da informação, chamada “segurança centrada em pessoas”, enfatiza a responsabilidade e confiança individual e remove a ênfase em controles de segurança restritivos e preventivos. O ‘Phising’ (sigla que significa uma forma de fraude eletrônica caracterizada por tentativas de adquirir dados pessoais de diversos tipos), por exemplo, é o vetor inicial de infecção de 80% de todas as violações. Entretanto, não há muitos controles técnicos completamente eficazes para esse problema. Quando os funcionários estão motivados e compreendem a importância da segurança, a taxa de cliques em e-mails de ‘Phising’ cai drasticamente.
  1. Parar de tentar proteger exageradamente sua organização e investir em detecção e resposta
A disparidade entre a velocidade de comprometimento e a velocidade de detecção é uma das falhas mais gritantes descobertas em investigações de violações. No mundo digital, o ritmo de mudanças é rápido demais, impossibilitando a antecipação e defesa contra todos os tipos de ataque. Profissionais de segurança devem reconhecer que ocorrências de comprometimento são inevitáveis e que é melhor investir em capacidades técnicas, procedurais e humanas para detectar uma ocorrência de comprometimento.]]>
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Artigo: IoT e a inovação do pensamento no Brasil http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/artigo-iot-e-a-inovacao-do-pensamento-no-brasil/418648/news.aspx http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/artigo-iot-e-a-inovacao-do-pensamento-no-brasil/418648/news.aspx#comments Tue, 11 Aug 2015 20:45:34 +0000 http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/artigo-iot-e-a-inovacao-do-pensamento-no-brasil/418648/news.aspx A Internet das coisas (IoT, Internet of Things) é um tema recorrente em quase todo lugar. Mas na maioria das discussões em todo o mundo ela se reduz a um assunto que é sempre deixado de lado. "É claro que a IoT terá um enorme impacto", dizem os especialistas do setor. Então, normalmente todos apenas concordam e seguem sem discutir o que a IoT realmente é ou não é, ou qual será de fato seu impacto.

Por isso, o que está acontecendo aqui no Brasil é tão fascinante. Como você deve saber, o governo federal está considerando a criação do Plano Nacional de Comunicação M2M e Internet das Coisas. Os objetivos do plano incluem promover a padronização de sistemas de IoT, criar uma legislação para lidar com questões como privacidade, segurança e direitos do consumidor em serviços de IoT e lançar programas de financiamento para IoT.

Dessa forma, o diálogo aqui no Brasil é muito mais convincente do que em muitos outros lugares. O país começou a definir de fato o enorme potencial que a IoT apresenta nos mercados entre empresas e entre empresa e consumidor, incluindo serviços públicos e sustentabilidade, cidades inteligentes, soluções industriais, automação doméstica e monitoramento remoto de pacientes.

Mas foi além de simplesmente relacionar indústrias ou setores que poderiam usar a IoT. Com mais de nove milhões de conexões entre máquinas (M2M), o governo precisava definir especificações e enfrentou o desafio:

  • Identificou 100 milhões de dispositivos específicos para os serviços públicos (eletricidade, água, gás) que, se habilitados para IoT, poderiam precipitar a realidade da medição inteligente e pagamento antecipado
  • Chamou a atenção para o fato de que os 40 milhões de automóveis nas estradas representam uma enorme oportunidade para conectividade e aplicativos de OEM e pós-vendas
  • Por fim, com todos os municípios agora responsáveis por gerenciar sua iluminação pública, observou que um projeto de iluminação inteligente abrangeria mais de 15 milhões de lâmpadas nas mais de 5.500 cidades do Brasil, o que proporcionaria uma enorme economia de custos

É claro que muitos desafios acompanham essas oportunidades. Mas o governo já está enfrentando e estruturando alguns deles.Talvez o mais importante é ter identificado a necessidade de reduzir os impostos sobre dispositivos IoT, de modo a não serem tratados da mesma forma que celulares completos. Além disso, conforme mencionado anteriormente, a iniciativa também está buscando lidar em nível federal com requisitos e regulamentos relacionados à segurança, privacidade, padronização, direitos do consumidor, entre outros. Embora seja certamente verdade que a supervisão e o envolvimento do governo não garanta automaticamente bons padrões e regulamentos que beneficiem o consumidor, só o fato de ter uma conversa sobre isso é muito melhor que não ter.

Isso nos leva à próxima questão: o Brasil consegue mesmo fazer isso sozinho? Existe a possibilidade de o Brasil criar um conjunto de padrões para os fornecedores que seja diferente do usado em outros países, o que causaria uma incompatibilidade internacional? Afinal de contas, a história da TI está cheia de exemplos de tecnologias que sofreram as consequências trágicas desse problema.

A resposta é sim, existe essa possibilidade. Mas, como acontece com celulares, cartões de crédito inteligentes e um punhado de outras tecnologias, é mais provável que uma discussão ativa leve a tecnologias que funcionem bem e que isso suplante outras versões menos bem pensadas quando estas apresentarem os inevitáveis sinais de desgaste.

Enquanto profissional de TI e representante de uma empresa com foco em gerenciamento, desempenho e sucesso da TI, fico feliz em ver que, aqui no Brasil, a Internet das coisas trouxe consigo uma inovação do pensamento. Só nos resta torcer para que o resto do mundo fique atento.

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Minicom trabalha com três cenários de mudança do modelo de telecomunicações http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/minicom-trabalha-com-tres-cenarios-de-mudanca-do-modelo-de-telecomunicacoes/ http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/minicom-trabalha-com-tres-cenarios-de-mudanca-do-modelo-de-telecomunicacoes/#comments Tue, 11 Aug 2015 20:45:00 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241732 Dúvida

O secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão, disse nesta terça-feira, 11, que o governo terá de definir um novo modelo para as telecomunicações no País, mas não acredita que isso se resolverá ainda este ano, nem que exista uma solução possível. "É preciso desvincular esse debate do da revisão dos contratos de concessão, que precisa ser concluído até o final deste ano", defendeu, ao falar na subcomissão especial da telefonia móvel e TV por assinatura da Câmara dos Deputados. Martinhão afirma que o governo tem consciência de que o marco regulatório do setor, de 1998, precisa ser adaptado aos novos anseios da população, que não quer mais telefone fixo, e sim banda larga. Ele também reconhece que as regras para bens reversíveis têm que evoluir para destravar investimentos. "Temos que definir a maneira de colocar a banda larga no centro da política pública para o setor e resolver a questão dos bens que ficaram com as concessionárias após a privatização", afirmou. O secretário disse que, apesar de ainda não ter uma proposta definitiva, o Ministério das Comunicações trabalha com três cenários. No primeiro deles, seria encerrada a prestação de serviço em regime público e todos os serviços seriam ofertados em regime privado. Nesse cenário, a vantagem seria a de resolver por meio de decreto, sem necessidade de alteração da lei. Segundo apurou este noticiário, esta é uma hipótese que está sendo avaliada pela área econômica do governo, que vê aí uma possibilidade de acelerar os investimentos. No segundo cenário, seria o estabelecimento de um regime único, por meio de grande alteração da Lei Geral das Telecomunicações (LGT). Essa proposta prevê uma fase de transição para dar tratamento diferenciado a cada região. "Teríamos que garantir a oferta do serviço mesmo onde não há interesse econômico", explica Martinhão. Já o terceiro cenário prevê a criação do regime público da banda larga, mas com flexibilização. "Nas regiões onde há competição, o mercado regularia a atuação das prestadoras", explica. Esse cenário também dependeria de aprovação de nova legislação. Para Martinhão, toda a discussão, que deve se estender para o próximo ano, deve ser precedida de uma definição do que é banda larga, o que ainda não existe no País. "Hoje, tudo que é acima de 2 Mbps é considerado banda larga, o que não representa mais a realidade", disse. Essa definição deve valer para todo o Brasil e deve haver a possibilidade de renovação periódica.]]>
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Minicom aguarda área econômica do governo aprovar créditos do Fistel para Banda Larga para Todos http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/governo-refaz-contas-e-corta-r-30-bilhoes-dos-gastos-previstos-para-o-banda-larga-para-todos/ http://convergecom.com.br/teletime/11/08/2015/governo-refaz-contas-e-corta-r-30-bilhoes-dos-gastos-previstos-para-o-banda-larga-para-todos/#comments Tue, 11 Aug 2015 20:29:15 +0000 http://convergecom.com.br/?p=241720 Brasil

(Atualizada às 23:50) O governo fez as contas e  avalia que o Valor Presente Líquido para os investimentos necessários aí Banda Larga para Todos seria de R$ 20 bilhões, sendo um total de R$ 50 bilhões previstos de Capex nos projetos. Isso para uma meta de 90% dos municípios brasileiros com fibras óticas e 45% dos domicílios com fibras passantes, além de velocidade média de 25 Mbps até 2019. Porém, ainda não há uma definição da data do lançamento do programa. Segundo o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão, o governo vai arcar com a diferença do custo das redes (Valor Presente Líquido - VPL - que der negativo) e as receitas projetadas a serem auferidas com o serviço. Esses custos serão bancados por créditos do Fistel, que serão leiloados e efetivamente pagos no prazo de dois anos. Martinhão, que falou nesta terça-feira, 11, para os integrantes da subcomissão de telefonia móvel e TV por assinatura da Câmara, afirmou que falta aos ministérios da Fazenda e do Planejamento autorizarem o crédito, dentro da programação tributária, para que o programa seja lançado. Outro ponto que ainda está em estudo é a possibilidade de obrigar as operadoras a abrir as novas redes para outras prestadoras, evitando o feriado regulatório proposto pela Anatel no Plano Geral de Metas de Competição (PGMC) para as novas infraestruturas de fibras construídas com o dinheiro das operadoras. "No caso do Banda Larga para Todos, haverá dinheiro público", argumenta. Há ainda outra contrapartida em estudo, a de obrigar as operadoras a ofertarem um plano básico dentro do programa, com preço e velocidade estipulados previamente, como acontece no programa Banda Larga Popular. "Isso tudo tem impacto financeiro e nós ainda precisamos avaliar se será possível", disse o secretário. Uma das estratégias previstas para redes de transporte e acesso sem impactar tanto os cofres públicos é o leilão reverso. O diretor do departamento de banda larga do Minicom, André Moura Gomes, confirmou a este noticiário que a viabilidade depende de uma escala mínima, e que o governo está fazendo estudos técnicos que serão "atualizados e revistos até pouco antes do dia em que sair o edital". Com isso, será possível dimensionar a escala para a ajuda e o quanto o governo poderá investir. Velocidade média Martinhão fez questão de esclarecer que a velocidade de 25 Mbps, prevista no programa, é uma média. "Vai ter gente com acesso a 100 Mbps e gente com 10 Mbps", afirmou, rebatendo a posição adotada pelo conselheiro da Anatel, Marcelo Bechara, que disse na mesma subcomissão que a meta era inexequível. Outro esclarecimento feito pelo secretário de Telecomunicações é de que os 45% dos domicílios que terão fibras óticas próximas estarão nas cidades com mais de 100 mil habitantes e nas regiões metropolitanas dos grandes centros. "Nas cidades menores, onde a demanda pelo serviço também é reduzida, a cobertura pode ser feita por rádio", afirmou. Martinhão disse que os pequenos provedores já se comprometeram a cobrir com fibra 1.284 distritos onde há viabilidade econômica, desde que tenham investimentos. "Para isso, o legislativo precisará aprovar um projeto de lei que estabeleça um fundo de aval para que essas empresas tenham acesso a empréstimos diferenciados", disse. Outra possibilidade também em exame é a de priorizar a cobertura em que haja o engajamento dos governos estaduais por meio de créditos do ICMS. A subcomissão especial de telefonia móvel e TV por assinatura tem como objetivo apresentar soluções para assegurar serviços de telecomunicações de baixo custo, mas com qualidade. O presidente da subcomissão, deputado Vitor Lippi (PSDB-SP) disse que apresentará sua proposta até o final do ano.]]>
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IoT: Concurso da Cisco premiará soluções IoT destinadas ao Rio de Janeiro http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/iot-concurso-da-cisco-premiara-solucoes-iot-destinadas-ao-rio-de-janeiro/418647/news.aspx http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/iot-concurso-da-cisco-premiara-solucoes-iot-destinadas-ao-rio-de-janeiro/418647/news.aspx#comments Tue, 11 Aug 2015 20:06:04 +0000 http://www.mobiletime.com.br/11/08/2015/iot-concurso-da-cisco-premiara-solucoes-iot-destinadas-ao-rio-de-janeiro/418647/news.aspx A Cisco lançou nesta terça-feira, 11, um programa para incentivar a criação de aplicações digitais para transformar a vida do Rio de Janeiro e de seu cidadão, o "Desafio Cisco de Inovação Urbana Porto Maravilha".

O concurso é voltado para empreendedores, desenvolvedores, start-ups e universidades criarem iniciativas inteligentes para a Internet das Coisas (IoT) na região do Porto Maravilha, através de uma plataforma conectada com serviços para a população.

A inscrição no desafio é até 7 de setembro deste ano e visa criar e implementar as ações antes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, com apoio da Cisco e de uma aceleradora digital. O anúncio dos ganhadores será divulgado no dia 18 de novembro.

Para participar do Desafio Cisco é preciso acessar o site e inscrever-se com um grupo de duas a cinco pessoas. Recomenda-se conhecimentos em inglês, desenvolvimento de software, design de interfaces e gestão de negócios.

Ao todo, cinco projetos serão selecionados pela Cisco. Confira o cronograma:

Fase

Data

Inscrição

11/08/2015 a 07/09/2015

Análise de Propostas

08/09/2015 a 11/09/2015

Anúncio dos projetos selecionados na 1ª fase

11/09

Apresentação de projeto online

12/09/2015 a 04/10/2015

Analise dos projetos da 2ª fase

05/10/2015 a 08/10/2015

Anúncio dos dez finalistas

08/10/2015

Apresentação presencial do protótipo

16/10/2015 a 18/10/2015

Divulgação dos cinco vencedores

18/10/2015

 

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