
Na manhã seguinte ao ato de terça (19), Paulo Skaf, presidente da entidade e eterno candidato em eleições, reafirmou seu respeito às Forças Armadas em encontro com militares da Escola de Comando e Estado-maior do Exército, na sede da instituição na Paulista
21/06/2013
da Redação
Para quem achava que a bandeira do Brasil projetada em LED na fachada do prédio da Fiesp, durante o sexto ato contra o aumento da tarifa do transporte público em São Paulo, era um tributo “das indústrias do Brasil” só aos "neo-cara-pintadas", a foto acima mostra para quem mais, de fato, era a homenagem.
Na manhã seguinte (19) ao ato, o eterno candidato Paulo Skaf (que já se filiou a "n" partidos, da direita à “esquerda”, e filiado atualmente ao PMDB), presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo,havia um encontro agendado com militares da Escola de Comando e Estado-maior do Exército, na sede da instituição na Paulista, conforme a notícia "Fiesp recebe militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército", divulgada no site da instituição.
Na ocasião, Skaf disse que respeita o que as Forças Armadas representam para o país. "A cadeia produtiva da defesa precisa produzir cada vez mais e gerar riqueza para o Brasil. Faço questão que tenhamos afinidade com a Força Militar em dia, determinada com o progresso brasileiro", disse ele. Na mesma linha de apoio aos militares, Skaf disse ainda que a proteção das riquezas do país é fundamental, "e isso é assegurado com o trabalho de nossas Forças Armadas".
Comentários
É claro o que parece:.Se caso
É claro o que parece:.Se caso isso tudo fuja do controle e as forças armadas assumam uma posição, os donos dos operários estão do seu lado.
Aos camaradas, companheiros e companheiras,
A classe exploradora mostra as garras. Parece que se cançaram do discurso conciliador, aquele "papinho" sobre democracia ultrapassou o limite confortável para a burguesia?O rolo compressor, o aparelho de repressão estatal, em seu estado mais cru, está sendo despertado... O aparelho ideológico, a hegemonia, já não mais garantem a dominação sobre os oprimidos. Os explorados não ouvem mais as vozes de seus opressores, não há mais obediência.Aos dominantes, ainda resta o aparelho repressor do Estado. A violência do Estado não ouvirá as vozes da esquerda, mas obedecerá aos comandos de seu verdadeiro comandante: a burguesia.
Quem financia as manifestações "espontâneas"?
Espero que a ABIN esteja trabalhando nesta grave denúncia de Fernando Brito no Tijolaço:http://www.tijolaco.com.br/index.php/what-is-this-companheiro/
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