
Entre os dias 18 e 22 de agosto, O IPECA – Instituto de Permacultura e Educação Caiçara recebeu diretamente de El Bolsón, capital da bioconstrução da Patagônia Argentina, o Coletivo Rucache – Permacultura e Transição, para vivenciar 5 dias de permacultura, explorando e praticando a bioconstrução, mosaico, vida em comunidade, CNV (comunicação não violenta).
A ideia desta vivência foi ir além das técnicas de bioconstrução e vivenciar um espaço de harmonia, trocas e oportunidades de despertar o nosso ser individual e coletivo. A permacultura como vivência de uma oportunidade de nos melhorarmos como seres humanos e trabalharmos para além das fronteiras apenas do corpo físico mas também do corpo emocional, mental e espiritual.
O evento aconteceu no Pouso da Cajaíba, comunidade caiçara localizada em Paraty.
QUEM SOMOS?
IPECA – Instituto de Permacultura e Educação Caiçara é um núcleo experimental de ensino e aprendizagem em vivências da permacultura na comunidade caiçara do Pouso da Cajaíba, onde através do diálogo de saberes se pretende tanto valorizar as técnicas caiçaras de construção e produção quanto as técnicas de outras comunidades, povos e centros de pesquisa em permacultura. Assim, pretende-se estimular na comunidade práticas mais sustentáveis de interação com a natureza e também estimular um turismo cultural que possa interagir com os moradores através de troca de saberes e não só consumir o local. Acesse a página do Ipeca
https://www.facebook.com/ipecapermacultura
Coletivo Rucache – Permacultura e transição
É um grupo intencional de pessoas que procuram ser agentes de mudança para uma sociedade em transição. Rucache atualmente reúne 10 membros adultos e 2 meninas – da Argentina, Australia, Brasil, Catalunha e Uruguai – que vivem, trabalham e celebram juntos que a partir de sua base em El Bolson (Argentina) para outros projetos na Argentina, Chile e agora Brasil. Seu projeto atual é a criação de uma eco-escola em El Bolson.
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O QUE FIZEMOS?
– Meter a mão na massa na construção natural do espaço do Ipeca;
– Desenvolver técnicas como reboco fino e grosso de argila, mosaico, pintura com tintas naturais, sistema de fogão a lenha e aquecimento de água;
– Trabalhar a terra, semear alimentos;
– Conectar-se livremente com nossas crianças;
– Experimentar uma alimentação consciente, consumindo o máximo possível de alimentos locais e livres de venenos;
– Explorar ferramentas da vida coletiva, como a CNV (comunicação não violenta);
– Expressar nossa criatividade através da arte, pintura, música, dança e teatro!





